Autarcas preocupados com futuro do Centro de Medicina e de Reabilitação do Sul

Os autarcas algarvios alertam que a demora numa resposta célere está a degradar as condições de funcionamento do centro
Os autarcas algarvios alertam que a demora numa resposta célere está a degradar as condições de funcionamento do centro

A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve admitiu esta semana que a situação atual do Centro de Medicina e Reabilitação do Sul (CMFRS), em São Brás de Alportel, é difícil e que são necessários mais meios humanos, entre os quais médicos fisiatras, enfermeiros e técnicos de diagnóstico e terapêutica. A situação já levou a ARS a fechar várias camas deste centro, assim como o serviço de ambulatório, o que resultou mesmo na perda de duas certificações desde que o centro passou da esfera privada para a gestão da ARS, em novembro de 2013.

Mas, por enquanto, a contratação de profissionais de saúde continua travada por “mecanismos burocráticos”, explica o conselho diretivo da ARS, que “aguarda, a todo o momento, a autorização excecional da tutela para proceder a contratações urgentes de profissionais de saúde para reforçar a equipa já existente”.

Segundo apurámos, as contratações não dependem exclusivamente da tutela da Saúde, mas também têm de ser aprovadas pelas Finanças, o que aumenta o tempo e as dificuldades em contratar mais profissionais de saúde.

Problema que se arrasta há dois anos

Perante esta situação, realizou-se na passada segunda-feira uma reunião no referido centro, que contou com a participação do presidente da Câmara de São Brás de Alportel, Vítor Guerreiro (PS), o presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e da autarquia de Tavira, Jorge Botelho (PS), o presidente da Câmara de Loulé, Vítor Aleixo (PS), entre outros autarcas locais e o representante da ARS, Nuno Ramos…

(Toda a informação na próxima edição do JA – dia 13 de agosto)

Nuno Couto/JA

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