Águas do Algarve adjudica construção de central solar de lamas em VRSA

A empresa Águas do Algarve (AdA) adjudicou por aproximadamente dois milhões de euros a construção de uma central de secagem solar de lamas na estação de tratamento de águas Residuais (ETAR) de Vila Real de Santo António, foi hoje anunciado.

A empreitada Central de Secagem Solar de Lamas da ETAR fica a cargo do consórcio Nov Pro Construções, S.A./ Lena Engenharia e Construção, S.A./ SUEZ Treatment Solutions, S.A, no valor total de 1.958.000,00 euros com um prazo de execução de 355 dias, revela a AdA em comunicado.

O concurso público esteve aberto até 27 de janeiro, num modelo simultâneo de conceção e construção, ou seja, com a elaboração do projeto de execução por parte do empreiteiro, lê-se na nota da empresa que distribui a água em alta aos 16 municípios da região.

Sendo a empresa, a empreitada consiste na “construção de uma estufa para secagem das lamas”, incluindo o sistema de transporte das lamas desidratadas para a estufa, o sistema de remoção da estufa e o transporte para galera de armazenamento, a báscula de pesagem e a “integração da instalação no sistema de telegestão de saneamento” da Águas do Algarve.

Na nota, a AdA revela que a instalação possui atualmente a capacidade para tratar “20.965 metros cúbicos (m3)/dia” correspondente a uma “população máxima de 58.233 habitantes equivalentes, estimada para o ano horizonte”.

Do tratamento resultam anualmente “cerca de 3.600 toneladas de lamas que representam um custo anual de cerca de 121.000 euros para envio a destino final com um teor médio de matéria seca de 21%”, acrescenta.

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Dadas o elevado número de dias de sol no Algarve, a empresa defende que é favorável a construção de um sistema de secagem solar de lamas que permita obter um índice de sicidade (secura) significativamente superior, com redução do volume, peso e custo de envio a destino final das lamas produzidas na ETAR.

A empresa destaca ainda que a empreitada apresenta mais-valias a nível ambiental, assegurando quer uma melhor qualidade das lamas produzidas, quer uma redução do número de transportes necessário para envio das lamas a destino final, com todas as consequências positivas inerentes a esta situação.

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