Aleluia Martins lança “De Badirna A Paderne – Longa Viagem No Tempo”

Intitula-se “De Badirna a Paderne – longa viagem no tempo” e sai sob a chancela da Arandis editora.

“A conceção de uma cronologia sobre uma das localidades com um dos maiores vínculos históricos de Portugal, requer muito estudo, dedicação e anos de investigação, mesmo sendo o seu autor dos maiores (se não o maior) conhecedores da sua terra.

A seleção das datas e as descrições associadas neste Estudo, assenta sobre publicações

editadas ao longo dos anos e com base nas Fontes impressa selecionadas, os seus autores dão-nos a credibilidade da rigorosa investigação baseada em documentos, muitos dos quais originais. Numa breve abordagem a esta publicação, destacamos algumas datas e conteúdos, dos quais damos nota com algumas considerações mais específicas.

A obra inicia-se no século XIII e termina já no nosso Tempo. Ao longo de centenas de páginas,

conseguimos vislumbrar o itinerário histórico de Paderne, começando com a evolução do topónimo desde os períodos temporais antes da presença muçulmana na região até á reconquista, marcando-se o século XIV com a doação do castelo de Paderne por D. Dinis ao Mestre da Ordem de Avis, Dom Lourenço Anes, em 1 de janeiro de 1305”, diz José António Martins, historiador e prefaciador desta obra.

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Para além de uma cronologia dos acontecimentos, ilustrados com fotografias, Arménio Aleluia Martins procura também enaltecer os padernenses, que “têm sido ao longo dos tempos membros de uma estrutura social que vem reforçando a história de um território com milhares de anos, dos quais oitocentos descrevemos neste trabalho literário”, refere.

A Câmara Municipal de Albufeira apoia esta edição, constando na abertura as palavras do presidente, José Carlos Rolo, onde salienta que o autor, “como um mensageiro da História de Paderne […] tem tido o cuidado de nos oferecer diversas obras que inscrevem no panteão da memória o que não deve ser esquecido quanto a esta Aldeia histórica, num ato de extrema importância, pois como é comum dizer-se, calada espreita a noite, o nascer de cada

dia. E o nosso autor tem sabido acautelar o que importa ser visível para o amanhã do amanhã, num ato de zelo, de coragem e, sobretudo, de amor à vida e ao espaço que a acolhe”.

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