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POLÍTICA

Alexandre Estradas candidata-se à Câmara de Vila do Bispo pela CDU

Com apenas 25 anos, Alexandre Rafael Estradas é o candidato da CDU à Câmara Municipal de Vila do Bispo pela Coligação Democrática Unitária (CDU), anunciou a Comissão Coordenadora.

Alexandra é empregado de balcão numa gelataria, em Sagres, com licenciatura em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde foi membro da direção da Associação de Estudantes.

Atualmente, é membro do Conselho Fiscalizador do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve e da Comissão Concelhia de Vila do Bispo do Partido Comunista Português (PCP).

Em 2017, foi candidato à Junta de Freguesia de Budens.

Para a Assembleia Municipal, o candidato é Bruno André Reis Boaventura, de 26 anos, que frequenta o curso de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social.

Atualmente, é presidente da Mesa da Assembleia Geral da Maré – Associação Jovem de Sagres e membro da Comissão Concelhia de Vila do Bispo do PCP.

Em 2017, foi candidato à Junta de Freguesia de Sagres.

Nas próximas eleições autárquicas, o candidato à Junta de Freguesia de Sagres será Vasco Valentão Mendes Agostinho, de 25 anos, licenciado e mestre em Marketing pela Universidade da Beira Interior, tendo sido presidente do Núcleo de Estudantes de Marketing e colaborador da Associação de Estudantes.

Atualmente é presidente da Maré, atleta e instrutor estagiário de Karaté do Clube Recreativo Infante de Sagres.

Entre 2010 e 2020, participou em cinco torneios europeus, dois deles universitários, e em cinco torneios mundiais, dois deles também universitários.

É ainda membro do conselho jurisdicional da Associação Portuguesa de Karaté Shukokai e colabora com os pais no quiosque bar “O Perceve”.

A CDU aposta na juventude “para aumentar o número de votos e de mandatos em todo o concelho”, que considera “marcado pela falta de oportunidades para os munícipes e pela difícil situação de muitos trabalhadores, por profundas desigualdades sociais e excessiva dependência do turismo, pela sucessiva fragilização e descaracterização da pesca e da agricultura”.

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