COVID-19

Algarve é a região do Continente com menor taxa de vacinação completa

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O Algarve é a região do Continente português com menor percentagem de população com a vacinação completa, cerca de 12%, indicou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

No que se refere à cobertura vacinal da população por regiões, o Alentejo lidera na vacinação completa (19%), enquanto o Centro tem 18% da população vacinada, o Norte, Lisboa e Vale do Tejo e a Madeira 13%, o Algarve 12% e os Açores 11%.

Por regiões, o Norte e Lisboa e Vale do Tejo já ultrapassaram os 1,5 milhões de doses administradas, seguindo-se o Centro (897.494 doses), o Alentejo (267.299), o Algarve (176.298), a Madeira (122.216) e os Açores (92.389).

A nível nacional, mais de 1,4 milhões de pessoas têm a vacinação completa contra a covid-19, o equivalente a 14% da população, e cerca de 3,2 milhões receberam a primeira dose da vacina.

Segundo o relatório semanal da vacinação divulgado pela DGS, 1.437.436 portugueses estão totalmente vacinados contra o vírus SARS-CoV-2 e 3.223.964 já receberam a primeira dose, o que representa 32% da população portuguesa.

Os dados indicam ainda que, no grupo etário dos maiores de 80 anos, 89% (598.852 idosos) já recebeu as duas doses da vacina e 95% (642.013) já foi vacinado com a primeira dose.

Quanto à faixa etária entre os 65 e os 79 anos, 89% (1.429.900 pessoas) também já foi vacinado com a primeira dose, enquanto 23% (361.651) tem a vacinação completa contra a covid-19.

No que se refere às pessoas entre os 50 e 64 anos, 33% (717.587) também já recebeu a primeira toma da vacina, percentagem que baixa para os 10% (212.076) no que concerne à vacinação completa.

Segundo a DGS, Portugal recebeu 5.197.920 vacinas, tendo sido distribuídas pelos postos de vacinação e pelas regiões autónomas dos Açores e da Madeira 4.686.071 doses.

Desde 13 de maio que o auto-agendamento para a vacina contra a covid-19 já está disponível a todas as pessoas com mais de 55 anos de idade, uma possibilidade que a `task force´ que coordena a logística da vacinação atribuiu ao bom ritmo de inoculações que se tem registado nas últimas semanas.

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