ECONOMIA

Algarve é um dos distritos portugueses com imobiliário mais caro

O Algarve é um dos distritos portugueses com os preços de imobiliário mais caros, de acordo com um estudo do portal imobiliário Imovirtual, baseado em dados disponíveis na plataforma, no qual analisa a evolução dos preços médios anunciados de venda e arrendamento em Portugal.

Os dados agora partilhados referem-se ao comparativo de outubro com setembro deste ano e com o período homólogo (outubro) do ano passado.

 A nível nacional, em novembro regista-se uma subida do valor médio de arrendamento (+5,1%) e venda (+6,3%) face ao mesmo mês de 2020. O preço médio de arrendamento é o mais alto do ano e fixa-se em 1.048€, enquanto o preço médio de venda é o 4º mais elevado do ano (367.543€).

A par de Faro, Lisboa, Porto, Região Autónoma da Madeira e Setúbal são os distritos com o preço médio mais elevado, tanto na compra como no arrendamento.

O preço médio de arrendamento anunciado continuou a subir ligeiramente em novembro (+2,8%) face a outubro, passando de 1.020€ para 1.048€, após ter descido ligeiramente em setembro (1.006€). Em relação ao período homólogo do ano passado, que regista um preço médio de 997€, há um crescimento de +5,1%.

 Lisboa (1.295€), Porto (1.042€), Região Autónoma da Madeira (922€), Faro (855€), e Setúbal (800€) são os distritos mais caros para arrendar casa em Novembro. Castelo Branco é o distrito mais barato (422€).

Bragança (+24,4%) foi o distrito com maior aumento da renda em novembro, face a outubro, passando de 451€ para 561€. A Guarda surge em segundo lugar (+19,5%), subindo de 411€ para 491€.

O distrito com maior quebra do valor de renda média é Beja (-17,6), caindo de 598€ para 493€. Todos os distritos apresentam subida do valor, exceto Beja e Aveiro (-0,4%).

 Comparativamente com novembro de 2020, também Bragança regista o maior aumento (+50%) no preço médio anunciado, subindo de 374€ para 561€. Guarda (+34,9%) e Portalegre (+23,2%) também registam aumentos significativos.

Beja é também o distrito com maior quebra em novembro face ao mesmo mês do ano anterior, com uma variação de -19,8 (de 615€ para 493€).

 Face ao mês anterior, o preço médio de venda anunciado mantém em novembro (-0,1%) a estabilidade já verificada em outubro, fixando-se agora nos 367.543€. Este valor é o 4º mais elevados do ano. Em comparação com setembro de 2020, quando o preço médio era de 345.850€, há um crescimento de +6,3%.

Lisboa (576.305€), Faro (504.285€), Região Autónoma da Madeira (379.992€), Porto (333.640€) e Setúbal (314.989€) são os distritos mais caros para comprar casa em Novembro. Guarda é o distrito mais barato (112.969€).

Évora volta a ser o distrito onde o preço mais aumentou em novembro (+1,9%) face a outubro, passando de 249.934€ para 254.696€. Segue-se Beja, com uma variação de +1,8% no mesmo período, atingindo os 147.644€.

Viseu é o distrito com maior quebra do valor médio (-2,9%) face a outubro, descendo para 176.497€.

 Évora volta a ter o maior aumento do preço médio de venda (+25,4%) face ao mês homólogo de 2020, quando o preço médio era de 203.046€. Seguem-se a Região Autónoma da Madeira (+17,3%) e Setúbal (+13,4%).

Guarda é em novembro, pelo sexto mês consecutivo, o distrito com a maior quebra do valor médio relativamente ao período homólogo do ano passado (-1,5%), passando de 114.699€ em 2020 para 112.969€ em 2021.

Para consultar todos os dados analisados no estudo, incluindo gráficos e tabelas de apoio, por favor, visite:

https://www.imovirtual.com/noticias/imoblog/mercado-imobiliario-em-numeros-barometro-mensal-novembro-21

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