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Algarve precisa de nova prisão para acabar com a sobrelotação

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Existem atualmente no Algarve três estabelecimentos prisionais, em Faro, Olhão e Silves, todos eles masculinos, com lotação de 103, 50 e 58 reclusos, respetivamente

O problema é antigo e arrasta-se há muito tempo: as cadeias de Silves, Faro e Olhão estão sobrelotadas, existindo um défice de alojamento de mais de 550 lugares. A solução passa pela construção de um novo estabelecimento prisional, com capacidade para 600 lugares. Mas a obra tarda em avançar, apesar de já existir um terreno para o efeito, há quase 30 anos, na freguesia de São Bartolomeu de Messines

 

As más condições das cadeias de Silves, Faro e Olhão são públicas e foram já, por diversas vezes, identificadas. Estes estabelecimentos prisionais fazem parte da “lista negra” no que toca à sobrelotação.

Segundo um relatório sobre o sistema prisional e tutelar, apresentado pelo Governo em setembro de 2017, existia “um défice de alojamento de 512 lugares masculinos e 47 lugares femininos” nos estabelecimentos prisionais da região algarvia.

Só no estabelecimento prisional de Silves, que foi objeto de avultadas obras de beneficiação e ampliação concluídas em 2000, estavam 91 reclusos a cumprir pena, quando o limite seria de 58 presos, o que representa uma taxa de ocupação de 156,90%.

O mesmo relatório, que partiu de uma análise de um conjunto de fatores, entre os quais o número de reclusos com residência no Algarve e a lotação oficial dos estabelecimentos prisionais da região, apontava a necessidade da construção de uma nova prisão no Algarve com lotação de 600 lugares…

(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 15 DE MARÇO)

Nuno Couto|Jornal do Algarve

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