COVID-19

Algarve tem mais quatro casos positivos de COVID-19

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O Algarve tem hoje um total de 376 casos de COVID-19 e 15 mortes, mais quatro infeções do que ontem, enquanto existem 33261 infetados, 1447 mortes e 20079 recuperados a nível nacional, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral de Saúde.  

Até ao dia de ontem, a região do Algarve registava 292 pessoas recuperadas, com uma taxa de recuperação de 78,5%, estando ativos apenas 80 casos, com 59 deles no domicílio.

Albufeira regista 76 casos, Faro 66, Loulé 70, Portimão 41, Tavira 30, Silves 22, Vila Real de Santo António 13, Olhão 14, Lagoa 9, Lagos quatro, São Brás de Alportel três e Castro Marim três. Monchique, que já apareceu com três casos, volta a não constar no boletim da DGS.    

A região Norte regista 16804 casos confirmados e 796 mortos, enquanto o Centro tem 3765 infetados e 240 óbitos.   

Em Lisboa e Vale do Tejo registaram-se 11828 casos e 380 mortos e o Alentejo mantém 260 infetados e um óbito. Os Açores têm 138 infeções e 15 mortes registadas e a Madeira tem 90 infetados e nenhum óbito.  

Existem 1944 a aguardar resultados laboratoriais e 28093 estão em vigilância pelas autoridades de Saúde. Entre os 428 internamentos, estão 56 nos cuidados intensivos.     

A DGS informa no boletim que “A informação apresentada refere-se ao total de notificações médicas no sistema SINAVE, não incluindo notificações laboratoriais. Como tal, pode não corresponder à totalidade dos casos por concelho. Dados por concelho de ocorrência, apresentados por ordem alfabética. Quando os casos confirmados são inferiores a 3, por motivos de confidencialidade, os dados não são apresentados.”.          

Os casos estão distribuídos no mapa por “região de residência ou, caso não exista informação”, por “região de ocorrência”.   

O registo dos casos, segundo disse a Administração Regional de Saúde do Algarve ao JA, “é feito através do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE), onde os médicos introduzem os dados dos infetados”, cuja morada é relativa à que está presente no Registo Nacional de Utentes e, por isso, “há discrepância de localização dos casos quando a análise epidemiológica é feita e aprofundada”.                

“Apenas quando a análise é feita um a um, é que se consegue validar o número de casos por concelho”, referiu a ARS, uma vez que, por exemplo, a pessoa infetada pode estar a viver em Beja, mas a sua residência ser em Sagres.            

Acerca das diferenças nos números em alguns dos casos, a diretora-geral de Saúde, Graça Freitas, explicou que se trata de “afinamentos que são feitos a nível local”, uma vez que as autoridades locais sabem com mais pormenor onde residem os doentes que foram testados.                      

“À medida que os concelhos nos vão dado informação, também vamos afinando a nossa”, referiu Graça Freiras, salientando que as autoridades de saúde locais têm um acesso mais rápido e pormenorizado à informação do que a DGS.        

O boletim pode ser consultado aqui.

(notícia em atualização)

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