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Edifício da CCDR Algarve, em Faro
ECONOMIA

Apoios comunitários para os próximos sete anos valem 778 milhões

O Programa Operacional (PO) Regional do Algarve prevê para o quadro comunitário do período 2021/ 2027 um total de 778 milhões de euros em fundos comunitários, mais do dobro dos 318,68 milhões destinados aos sete anos do PO anterior (2014/ 2020) , informou hoje a CCDR/Algarve.

Dos 778 milhões previstos, 400 Milhões de euros serão investidos no âmbito do FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), 40 por cento dos quais são para ciência e empresas (uma Europa mais inteligente), 30 por cento para projetos na área do clima e riscos, mobilidade suave, energias renováveis (uma Europa mais resiliente) e 25 por cento para municípios, freguesias, serviços de interesse geral, parcerias para a coesão (uma Europa mais próxima), sendo os restantes 8 por cento para desenvolvimento urbano sustentável.

Um total de 78 milhões de euros enquadram-se em montantes para o FSE, destinados a qualificações, emprego e inclusão social (uma Europa mais social), acrescenta a comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve.

Os restantes 300 milhões de euros são um montante adicional para o Algarve, para diversificação da base económica, conseguidos por proposta do Governo português no Conselho Europeu de 21 de julho de 2020, para impulsionar a competitividade, o crescimento e a criação de emprego no âmbito do objetivo de Investimento no Emprego e no Crescimento, visando contribuir para a diversificação da atividade económica na Região.

Sendo o Algarve uma região de transição, a taxa média de comparticipação dos fundos comunitários nos investimentos é de 60 por cento.

As áreas em que têm vindo a ser trabalhados planos de ação para investimentos, investimentos de empresas e no apoio às empresas, em linha com a RIS3 Algarve, são as seguintes:

– Mar e recursos endógenos

– Energias renováveis e eficiência energética

– Agroindústria sustentável e biotecnologia

– Saúde, longevidade e envelhecimento ativo

– TIC e indústrias culturais e criativas

– Empregos verdes

– Especialização e competitividade das áreas de acolhimento empresarial

Está em preparação o novo Plano de Requalificação e Reforço da Competitividade do Turismo, envolvendo o Turismo de Portugal, Municípios, Entidade Regional de Turismo, Universidade e Associações do setor.

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