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ARCM fez ouvir a sua necessidade de sede definitiva na Assembleia da República

A associação mostra-se confiante que vai continuar o seu trabalho em prol da cultura farense e algarvia e que “mais do que dinheiro, é a vontade dos decisores políticos que pode fazer a diferença e aqui, os cidadãos terão sempre uma palavra a dizer”

A falta de uma sede definitiva para a Associação Recreativa e Cultural de Músicos (ARCM), de Faro, foi discutida na passada sexta-feira, durante o Plenário da Assembleia da República. A questão chegou a esta instância em virtude de uma petição em defesa da ARCM que teve cerca de 4340 assinaturas e que foi entregue em janeiro deste ano.
O debate contou com intervenções dos deputados Conceição Pereira (PSD), Gabriela Canavilhas (PS), Cecília Honório (BE), Paulo Sá (PCP) e Michael Seufert (CDS-PP).
Em tom de balanço, a direção da ARCM considera que este momento funcionou como denúncia e esclarecimento que a recolha das subscrições constituiu e sublinha ainda o papel informativo e de responsabilização que a entrega do documento suscitou aos seus destinatários.
“Os vários grupos parlamentares tomaram conhecimento da situação, reconhecendo a importância do trabalho desenvolvido pela ARCM e a necessidade de garantir a sua continuidade”, lê-se no comunicado enviado às redações pela associação. “Assistindo à discussão, verificou-se uma diferença de posição entre os partidos do governo e os restante no que concerne à questão da necessidade de financiamento da construção da futura sede. Enquanto que PS, BE e PCP propuseram o financiamento pelo governo da construção da sede, já PSD e CDS optaram por indicar o caminho da articulação do problema com as instituições locais, não assumindo qualquer possibilidade de financiamento”, recorda.
Para já, a ARCM prepara-se para receber o deputado do CDS  eleito pelo distrito de Faro, Artur Rêgo, no próximo sábado, dia 29.

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