Carapau e cavala exportados para países onde são valorizados

A Congelagos, a maior fábrica de processamento e congelação de peixe do país, inaugurada na passada sexta-feira, no concelho de Lagos, vai começar a funcionar a 100% “no final de abril ou início de maio”. A grande aposta deste unidade é na captura e venda de carapaus e cavalas, espécies muito abundantes na nossa costa, mas que são pouco valorizadas e consumidas em Portugal. O administrador Nuno Battaglia explica que o objetivo passa por “colocar o nosso peixe no topo dos mercados globais”, com benefícios para toda a cadeia

> NUNO COUTO

Exportar 15 mil toneladas de carapau e cavala oriundos exclusivamente de produção nacional é o grande objetivo da Congelagos neste primeiro ano de funcionamento.

A nova fábrica de transformação e processamento de pescado e cefalópodes – nomeadamente cavala, carapau e polvo – foi inaugurada, na passada sexta-feira, em Odiáxere, no concelho de Lagos, com a presença da ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e do secretário de Estado das Pescas, José Apolinário.

A empresa, que criou 75 postos de trabalho diretos, envolveu um investimento de cerca de 16,5 milhões de euros, comparticipados em 6,5 milhões pelo programa operacional MAR2020. Tem capacidade para receber e processar até 300 toneladas de pescado por dia e armazenar até 5.200 toneladas.

“Apostamos na captura e venda de espécies que existem em grande abundância na nossa costa, como o carapau e a cavala. O objetivo é colocar estas espécies pouco consumidas em Portugal em mercados onde são mais valorizados e bem pagos”, começa por explicar Nuno Battaglia, administrador da Congelagos. “Esta aposta vai contribuir para combater o grande desequilíbrio que existe atualmente entre os preços destes peixes comparados com o preço da sardinha, que atinge valores oito vezes mais caros”…

Leia a notícia completa na edição em papel.

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