Cavaco terá legitimado a aplicação de sanções

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O ex-Presidente da República foi a voz que quebrou a unanimidade do segundo Conselho de Estado da era de Marcelo Rebelo de Sousa, que decorreu esta segunda-feira. Sem nunca se referir às sanções que Portugal arrisca por incumprimento do défice para 2015, Cavaco Silva sublinhou os compromissos assumidos e a importância das regras europeias, conta o “Público” esta quarta-feira.

Durante a sua análise, o ex-PR terá elencado as regras europeias a que Portugal se submeteu, não apenas o Tratado Orçamental, como os programas de estabilidade com que se comprometeu perante Bruxelas.

Esta posição foi entendida por alguns dos conselheiros de Estado como uma legitimação das sanções, caso venham ser aplicadas, refere o mesmo matutino.

O tema das sanções, que foi abordado por praticamente todos os conselheiros, acabou então por não merecer uma única referência no comunicado final, que deve ser aceite por unanimidade.

No texto entregue pela Presidência aos jornalistas, não surgia qualquer referência ao debate sobre as sanções, para evitar assim algum desconforto ou mesmo rejeição de parte do comunicado, explica o matutino.

Fábio Monteiro (Rede Expresso)

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