CULTURA

Cineteatro Louletano aposta em teatro, dança e música até ao final do ano

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A estreia de peças de teatro, a realização de espetáculos de dança e parcerias musicais são algumas das apostas da programação do Cineteatro Louletano, até ao final do ano.

A Festa do cinema italiano, o Festival Som Riscado, os encontros do DEVIR, o Fórum de Dança Inclusiva e o Festival Jovens Músicos 2020 são outros dos eventos a preencher os próximos quatro meses da sala algarvia.

A temporada inicia-se com o ciclo Implikação, centrado na reflexão do fenómeno turístico, nas consequências da covid-19 nessa área e no que está a mudar nas cidades, com um debate na terça-feira e o primeiro espetáculo da temporada, com a peça de teatro “Turismo”, em 12 de setembro.

No campo teatral, a programação é marcada pela estreia de duas peças de companhias louletanas: em 26 de setembro, “Dois perdidos no horror elíptico da sobremodernidade” da Mákina de Cena, e a 6 de novembro “As primas de Godot”, pela Folha de Medronho – Artes Performativas.

 A Companhia de Teatro do Algarve (ACTA) também marca presença no palco do Cineteatro Louletano com a peça “Instruções para abolir o Natal” e o Janela Aberta Teatro (JAT) apresenta “Algo de Macbeth”, uma sátira sociopolítica da atualidade.

Quanto à área musical, em 20 de setembro, os Capitão Fausto sobem ao palco daquela sala de espetáculos, seguindo-se o Trio de Jazz de Loulé com Jorge Palma, em 1 de outubro – na celebração do Dia Mundial da Música -, e de Sofia Escobar com um ensemble de docentes do Conservatório de Música de Loulé, em 24 de outubro.

Ainda na música, passam ainda pelo palco do Cineteatro Cristina Branco, com a estreia do seu novo disco “Eva”, Tiago Bettencourt, a Orquestra Clássica do Sul, Pedro Moutinho com Isa de Brito, a Orquestra de Jazz do Algarve (com convidado especial), MorTais e Stone Breaker, entre outros. 

No final de setembro, o Festival Jovens Músicos 2020 leva a Sul dois projetos da nova música erudita: Tomás Marques Quarteto e Quarteto Tejo.

Entre 19 e 22 de novembro o Som Riscado – Festival de Música e Imagem de Loulé leva à cidade Surma com Camille Leon & Inês Barracha, os Drumming GP com Joana Gama, Luís Fernandes e Pedro Maia, Victor Gama com a Orquestra Clássica do Sul e Frankie Chavez & Peixe no projeto “Miramar”.

O festival será ainda marcado pela estreia nacional do primeiro disco do projeto algarvio Grafonola Voadora & Napoleão Mira, a nova criação de Boris Chimp 504 e atuações das bandas algarvias Kilavra, 2143, Mateus Verde e Heroin Holiday Big Band.

Na área do teatro, a dupla Miguel Fragata & Inês Barahona estreiam no Algarve a peça “Do Bosque para o Mundo”, que aborda a temática dos refugiados, para os mais novos e famílias, entre 9 e 14 de novembro.

De 7 a 11 de dezembro, o espetáculo “Assim devera eu ser” revisita a vida e obra de Amália Rodrigues com Catarina Moura, Sara Vidal, Celina da Piedade e Ricardo Silva.

Na área da dança, destaque para algumas iniciativas da 6.ª edição do Festival encontros do DeVIR, organizado pelo Centro de Artes Performativas do Algarve (CAPa), que acontecem em Loulé em 18 de setembro e 9 de outubro.

O Fórum de Dança Inclusiva, entre 1 e 4 de dezembro, marca o início de uma colaboração regular com o Grupo Dançando com a Diferença (sediado na Madeira) e a dupla Diletta Bindi.

Já Sara Montalvão leva a Loulé o projeto de dança contemporânea Sombras que, entre 27 e 31 de outubro, dedica uma semana aos 25 anos da Companhia Olga Roriz, com a nova criação “Seis meses depois”.

A XIII Festa do Cinema Italiano, entre 13 e 15 de novembro, e a iniciativa Filme Francês do Mês, na segunda terça-feira de cada mês, são os representantes da sétima arte em Loulé.

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