Comandante da GNR de Loulé detido no âmbito do caso de Tancos

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A Procuradoria-Geral da República anunciou que foram detidos militares da Polícia Judiciária Militar e da GNR, bem como um outro suspeito, no âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público, coadjuvado pela Polícia Judiciária, que investiga as circunstâncias em que ocorreu o aparecimento, em 18 de outubro de 2017, na região da Chamusca, de material de guerra furtado em Tancos.

Entretanto, a SIC Notícias e o Correio da Manhã noticiaram que entre os detidos estão o comandante da GNR de Loulé, sargento Lima Santos, e o diretor da Polícia Judiciária Militar, coronel Luís Augusto Vieira. Aquela estação de televisão adiantou ainda que o sargento Lima Santos foi detido, em casa, pela Unidade de Contraterrorismo da Judiciária.

Segundo o comunicado da Procuradoria-Geral da República, foram também realizadas buscas em vários locais nas zonas da Grande Lisboa, Algarve, Porto e Santarém.

Em causa estão factos suscetíveis de integrarem crimes de associação criminosa, denegação de justiça, prevaricação, falsificação de documentos, tráfico de influência, favorecimento pessoal praticado por funcionário, abuso de poder, recetação, detenção de arma proibida e tráfico de armas.

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