Contratos de petróleo ainda estão “ativos”

As petrolíferas interessadas em explorar gás e petróleo ao largo da região algarvia perderam uma batalha quando decidiram abandonar o projeto, no final de outubro, mas isso não significa que perderam a guerra. Os contratos de pesquisa e produção de petróleo continuam “ativos”, tal como os vários processos judiciais que deram entrada nos tribunais

As petrolíferas tinham, de acordo com a licença, até 15 de janeiro de 2019 para realizar o furo de exploração ao largo de Aljezur. Os planos foram travados por uma decisão do Tribunal de Loulé, mas os processos judiciais continuam em curso

A informação é clara e está acessível para todas as pessoas na página da internet da Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG): os contratos de concessão, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo ao largo de Aljezur, numa área denominada por bacia do Alentejo, nas explorações denominadas Gamba, Lavagante e Santola, permanecem “ativos”. Isto apesar de, no passado dia 29 de outubro, o consórcio formado pela empresa italiana Eni e a portuguesa Galp terem anunciado o abandono do projeto de prospeção de petróleo ao largo de Aljezur, invocando que “as condições existentes tornaram objetivamente impossível” prosseguir as atividades de exploração…

Os contratos de pesquisa e exploração de petróleo ao largo de Aljezur, na área denominada bacia do Alentejo, nas explorações Gamba, Lavagante e Santola, permanecem “ativos”, como se constata no site da DGEG

(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 13 DE DEZEMBRO)

 Nuno Couto|Jornal doAlgarve

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