OPINIÃO

Crónica de Faro: A fidelidade no turismo

joão leal
OPINIÃO | JOÃO LEAL

Sempre o ouvimos afirmar que a fidelidade a um destino turístico era um dos grandes trunfos de qualquer zona, em qualquer parte do Mundo, que tenha a sua economia marcada pela chamada «indústria sem chaminés». Recentemente tivemos um inequívoco testemunho de quanto importa atrair, durante anos e anos, com uma assiduidade em elevados níveis, o turista à região algarvia, de modo próprio nestes tempos de pandemia, que vivemos.


O casal britânico Anderson, de seus nomes próprios Arthur e Corinne, residentes na cidade de Bristol, desde o já distante ano de 1980, portanto há quatro décadas, que efectuam duas viagens/ano ao Algarve, de que se declaram uns fãs devotados. Foi no referido ano que vieram pela vez primeira à nossa terra, havendo escolhido o aprazível e hospitaleiro Hotel do Garbe, em Armação de Pêra.


Esta unidade era então dirigida pelo saudoso hoteleiro e excelente pintor que foi Francisco de Oliveira Santos, um homem que, para além de integrar a equipa que dirigiu a Comissão Regional de Turismo do Algarve, actual Região de Turismo do Algarve prestou muitos e assinalados serviços à actividade turística algarvia.


Pois os Anderson, enquanto se vivem estes dias de incerteza de permanência ou não no corredor aéreo britânico, vieram pela 80ª vez consecutiva à «terra do Sol e do Sul».


A festiva recepção que tiveram à chegada ao Aeroporto Internacional de Faro por parte da ATA (Associação de Turismo do Algarve) e da ANA (Aeroportos e Navegação Aérea), no voo EZY 6005 da companhia easyjet traduz bem o apreço pela fidelidade deste simpático casal inglês ao destino turístico sulino.

João Leal

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