OPINIÃO

Crónica de Faro: “A minha vida dava um filme”

Faro
OPINIÃO | JOÃO LEAL

É este o título do livro que o nosso companheiro «costeleta», porque alunos da Escola Tomás Cabreira, JAIME MATOSO MENDONÇA, publicou. Havendo vivido em Faro durante os saudosos tempos da juventude, ali para a Travessa da Atalaia (imediações do quartel da GNR), tem muito e muito a ver com a nossa cidade. Não só pelos colegas e amigos «para toda a vida», como acontece com o jornalista e cronista desta secção do «Times», o escritor Mário Zambujal, seu colega de carteira e que lhe fazia os versos para pedir amor a colegas e é o douto autor do prefácio da obra mas com mestres, cidadãos, factos e lembranças.

Faro está visceralmente presente em «A minha vida dava um filme». Como se refere: «Uma viagem narrada, na primeira pessoa, pelo autor ao longo dos seus 85 anos, que nos leva a sentir a sua coragem, resiliência e sentido de liberdade. Um livro que fala sobre a vontade de viver, sobre conquistas e sobre um legado.

Uma história inspiradora…». Ou como refere o Mário Zambujal: «Vem agora o magnífico parceiro, Jaime Matoso Mendonça (parece estar a vê-lo: invulgarmente alto, risonho, divertido) regar as flores desse tempo bom, acrescentando o seu lembrar às minhas próprias lembranças».


Nascido numa casa, o «Monte Vale de Éguas – Almancil» que há cinco gerações é o solar da família, correu «seca e meca», cruzou os mares e continentes e é um cidadão impoluto, respeitado e afectuoso.


O Jaime, nosso dilecto amigo, bem o afirma: «Coloquei neste livro, de forma breve, as minhas memórias e recordações para que nenhum dos meus filhos, netos e vindouros – percam o rasto de quem foi».

João Leal

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