Faro
OPINIÃO

Crónica de Faro: A capital do Algarve na conquista do espaço

OPINIÃO | JOÃO LEAL

Os recursos às modernas tecnologias, à inovação e à especialização constituem ferramentas a cruzar na criação de novas bases que lancem projectos e iniciativas concordantes com a visão económica e estratégica do nosso tempo. A Universidade do Algarve ao longo destes 40 anos de existência tem alcançado formar uma elite de cérebros e inteligências votados aos princípios referidos e com realizações várias. Entre elas e no ninho de empresas sediadas no Pólo das Gambelas, figura a «LS – Engenharia Geográfica», que assinou, recentemente, um contracto com a ESA (Agência Espacial Europeia), similar da famosa NASA, a americana sociedade dos voos espaciais. Visa o mesmo, ao longo de dois anos, o desenvolvimento de um projecto, no âmbito da engenharia geoespacial e de cartografia digital com foco na protecção ambiental terrestre e marítima. Para o efeito receberá apoio técnico e financeiro da ESA (com um orçamento anual de 6,7 biliões de euros), uma entidade intergovernamental cooperada por 22 dos países europeus comunitários e que objectiva o acesso da Europa à conquista do espaço.


O Algarve é colocado neste objectivo já que a LS – Engenharia Geográfica, atente-se uma empresa farense fundada em 2019, «ao mais alto nível da engenharia», que irá criar para a Agência Espacial Europeia um software de sistemas de informação hidrográfica específico para o estudo de faixas costeiras e apoio à navegação marítima em zonas não cobertas por cartografia oficial.
Faro e o Algarve envolvidos na aventura do espaço.

João Leal

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