OPINIÃO

CRÓNICA DE FARO: Mutualidade Popular (AM) tem novos corpos sociais

OPINIÃO | JOÃO LEAL
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Associação mutualista fundada em Faro, em 1926, por um grupo de empenhados homens de elevada formação cívica, liderados pelo Professor José António Madeira, a Mutualidade Popular, consubstancia hoje em Portugal uma das mais positivas referências deste tipo de economia social. Dispondo de muitas centenas de associados em todo o continente e Regiões Autónomas, nas várias modalidades que os estatutos comportam, afirma-se pelo profundo empenhamento numa correta e prudente gestão administrativa e no pleno cumprimento dos seus objetivos sociais.

Decorreu recentemente a eleição dos novos corpos para o mandato de 2020/2023 em Assembleia Geral reunida, sob a presidência do Dr. Libertário Viegas, no edifício – sede da Instituição em Faro (Largo Terreiro do Bispo). A lista presente a sufrágio proposta pelo Conselho de Administração foi eleita por unanimidade e é composta por: Assembleia Geral – efetivos – Libertário dos Santos Viegas (presidente), Jaime João Avelino Silva (1.º secretário) e Rui Eusébio da Conceição Nascimento (2.º secretário); Conselho de Administração – Luís Alberto Carvalhinho Correia (presidente), Fernando José Tomé Carneiro (secretário), João Manuel Lopes Cavaco (tesoureiro), Florêncio Pereira Vargues e João Francisco Manjua Leal (vogais), como efetivos; Eduardo Gregório Rosário Mendes (presidente), José Adelino Silva Moreno Vargues (secretário), Luís Filipe Xavier Magalhães (tesoureiro), Jorge Alberto Jesus e António José Lopes Cavaco Canau (vogais), suplentes; Conselho Fiscal – António Rui Diógenes de Noronha e Ferreira (presidente), Vasco Manuel Rita de Sousa (secretário) e Joaquim António Ramalho (relator), efetivos e, como suplentes – João Manuel Bento Mota Lopes (presidente), Vasco Manuel Rita de Sousa (secretário) e Paulo Manuel Neto Miranda (relator).

No decurso desta mesma Assembleia Geral foram aprovados, igualmente por unanimidade, o «Plano de Ação» e o «Orçamento Previsional» para o ano em curso, documentos da maior importância para a Mutualidade Popular (Associação Mutualista). O primeiro aponta para, integrada que a Instituição está na Associação Portuguesa de Mutualidades – RedeMut, «continuar a pugnar pelo engrandecimento do Mutualismo e da Economia Social, sempre com o objetivo de melhor servir os associados e suas famílias». No que respeita ao «Orçamento Previsional» estabelece um total de Gastos de 239 845 euros, enquanto os Ganhos se situam nos 290 970 euros, pelo que o «Total de Ganhos Previsionais» ascenderá a 290 970 euros.

João Leal

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