OPINIÃO

CRÓNICA DE FARO: Na “pronunciada morte política” de um farense de Angola

OPINIÃO | JOÃO LEAL

Conheço-o há mais de quatro décadas, pois, acompanho o seu percurso profissional e político (amador) desde há muitos anos.
Desde estudante que, jovem regressado de Angola, por Lisboa, Faro e Fuseta, ainda estudante universitário, navegava pela cada do Rogério, academia, e política farense na A.D. e no PSD.
Homem atento, solidário, inteligente, advogado arguto e interessado, confina a sua vida de mais de seis décadas a várias instituições recreativas, sociais, desportivas, etc., como Associação de Atletismo do Algarve, Misericórdias de Moncarapacho/Faro, AFA, Futebol Clube S. Luís, e muitas outras, sem esquecer a Fundação em 1991 da sua casa de Angola Natal.
Tem no peito o seu PSD desde princípios dos anos 80 e a Assembleia Municipal de Faro, no coração há mais de 30 anos, sendo respeitado por todos os partidos locais, e cidadão honorário agraciado em 2004 com a medalha de ouro de Faro, cidade que o acolheu.
Sempre disse e diz que, serviu e serve o seu PSD e nunca se servirá deste para nada, ao contrário de muitos políticos da nossa praça.
É um homem digno, leal e com uma boa dose de humor, quer na sua vida pessoal como profissional.
Foi e é com repulsa que, soubemos terem alguns políticos farenses (poucos) tentado proceder ao seu assassinato político e de carácter, o que felizmente não o conseguiram.
A política tem limites como tudo na vida! A dignidade e princípios que estou certo o norteam na vida diária, não são fáceis de se coadunar com a húbris de qualquer responsável político. Em democracia não vale tudo, ainda mais para atingir a honrabilidade de algum companheiro.
Um bem haja Vítor Silva, por tudo que tem dado a Faro e à sua/nossa região e muito ainda terá para dar.

 

João Leal

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