OPINIÃO

Crónica de Faro: O «Grémio» mudou de casa…

OPINIÃO | JOÃO LEAL
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… e encontra-se agora a funcionar, em novas e modernas instalações num rés-do-chão da Rua Dr. João Lúcio, frente à ANPC (Autoridade Nacional de Protecção Civil) e perto onde existiu a Estação de Correios, da Pontinha. Deixou o primeiro andar na Rua Lethes/Largo do Terreiro do Bispo, onde durante décadas funcionou e veio, numa mensagem esperançosa de alento e entusiasmo, fazer-nos acreditar de que vai prosseguir numa fase nova da sua longa história.


O «Grémio», de seu nome verdadeiro Clube Popular de Faro, foi fundado a 15 de Agosto de 1910, menos de dois meses antes da implantação da República. Foi-o nessa vaga de associativismo recreativo, cultural, de apoio mutualista que caracterizou os meados do século XIX e princípios da centúria transacta.

Surgiram então, aqui por Faro, as ainda existentes Clube Farense, Ginásio Clube, Os Artistas (Sociedade Recreativa Artística Farense), o Grémio e o Sport Lisboa e Faro (Faro e Benfica), bem como as já desaparecidas Musical (Sociedade Recreativa Musical Farense), que funcionava na Rua de Portugal e o 20 de Janeiro (Clube Recreativo 20 de Janeiro), que existia na Rua do Alportel. Com uma mais que centenária existência (cento e dez anos de vida!) o «Grémio» era constituído por farenses da classe média (comerciantes, empregados, técnicos, professores, etc.) e tem encontrado no recreio, cultura e jogos os campos maiores da sua vida!


Esta mudança, recentemente acontecida, refere o dinamismo dos seus corpos directivo e massa associativa e a perspectiva de que o futuro de vitalidade vai acontecer para o Clube Popular de Faro.

João Leal

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