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Desigualdades na saúde colocam em risco a população algarvia

A abertura de mais vagas para médicos em Lisboa e no Norte pode colocar em risco a população de regiões mais carenciadas, como o Algarve, que ainda está longe de corrigir a carência acentuada de profissionais de saúde. O aviso parte do presidente do Centro Académico do Algarve (Algarve Biomedical Center), Nuno Marques, após a polémica nas maternidades de Lisboa e Porto

A polémica começou a 20 de junho, quando chegaram as primeiras notícias. Por alegada falta de médicos, quatro urgências de obstetrícia da Grande Lisboa iriam funcionar com sistema de rotatividade durante o verão. Dois dias depois, o “caos” também foi noticiado nas maternidades do Porto, com os diretores do serviço a avisar que, se continuarem impedidos de contratar novos profissionais, não será possível garantir as urgências nos meses de julho, agosto e setembro.

Perante estas notícias exclusivamente dedicadas às maternidades de Lisboa e do Norte, o Centro Académico de Investigação e Formação Biomédica do Algarve (Algarve Biomedical Center), emitiu um comunicado a alertar para o risco desta situação para a população do resto do país.

“O Centro Académico do Algarve considera que a solução apontada de abertura de vagas adicionais nas maternidades de Lisboa ou no Norte deverá ser bem ponderada. Quem vive e trabalha em regiões carenciadas do país sabe que, apesar de um aumento ligeiro do número de especialistas em ginecologia e obstetrícia, como ocorreu no Algarve nos últimos anos, ainda nos encontramos distantes de conseguir corrigir a carência acentuada que essas regiões possuem”, adverte o presidente da instituição, Nuno Marques…

Leia a notícia completa na edição em papel.

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