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Emílio Vidigal: “A solução contra o fogo passa pela descontinuidade das espécies”

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O terreno acidentado e o combustível existente na serra de Monchique contribuíram para criar um “monstro” difícil de dominar, numa área que já era considerada “crítica” pela Associação dos Produtores Florestais do Barlavento Algarvio (Aspaflobal). Em declarações ao JORNAL DO ALGARVE, o presidente Emílio Vidigal explica o que correu mal neste incêndio e afasta as culpas da “árvore maldita” da floresta portuguesa. “Na Grécia e na Suécia não existem eucaliptos e também arderam grandes áreas”. A solução, defende o presidente da associação, passa por encontrar “novas formas de gestão, ordenamento e descontinuidade de espécies”

 

Há precisamente um ano, o JORNAL DO ALGARVE entrevistou o presidente da Associação dos Produtores Florestais do Barlavento Algarvio (Aspaflobal), onde Emílio Vidigal alertava para falhas graves na prevenção de incêndios no Algarve, num artigo intitulado “A tragédia à espera de acontecer”.

Agora, depois do incêndio que começou em Monchique, o representante dos produtores florestais conta ao nosso jornal que está “revoltado”, porque “a área onde eclodiu o incêndio estava identificada como área muito crítica”.

“A situação estava anunciada. Fiquei revoltado porque não tomámos (autoridades nacionais, regionais, locais e sociedade civil) as precauções necessárias. Infelizmente, foi feita uma gestão muito politizada da situação e descurados ou negligenciados alguns meios de primeira intervenção. É necessário acreditar nas forças que comandam no terreno, mas também não podemos negligenciar aqueles que conhecem e têm experiência de vida na região”, refere o presidente da associação…

(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 16 DE AGOSTO)

Nuno Couto|Jornal do Algarve

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