Empresas têm dificuldades para vender produtos regionais a nível local

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Cooperação e associativismo são ferramentas chave para melhorar a rentabilidade das empresas agroalimentares da euro-região Alentejo-Algarve-Andaluzia (AAA). Esta foi a principal conclusão de um estudo sobre o setor agroalimentar na euro-região, realizado no âmbito do projeto de cooperação internacional “Prototyping”.

Trata-se de um projeto internacional de cooperação entre a Andaluzia e Portugal, que tem como objetivos desenvolver novas iniciativas empresariais e empreendedoras no setor agroalimentar e apoiar as empresas no desenvolvimento de novos produtos e formas inovadoras de comercialização através da prototipagem.

Numa reunião realizada recentemente na Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo (ESGHT) da Universidade do Algarve, em Faro, foram expostos diversos constrangimentos e dificuldades comuns às três regiões, mas também foram recolhidas sugestões para explorar o potencial e as oportunidades existentes.

No caso do Algarve, estudaram-se vários produtos agroalimentares, como o azeite, a batata-doce de Aljezur, os citrinos do Algarve, as conservas de peixe, a doçaria regional (alfarroba, amêndoa e figo), os enchidos tradicionais, o sal e flor de sal, assim como o medronho, o mel e os vinhos regionais.

Segundo os responsáveis, a análise realizada às empresas do setor revelou “a existência de um paradoxo no Algarve”: “as PME´s agroalimentares têm dificuldades para vender os seus produtos a nível local, porque além de existir um índice elevado de exportação dos produtos (a granel), paralelamente existe um elevado índice de importação para satisfazer as necessidades do setor turístico”…

(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 19 DE JULHO)

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