Festival Solrir arranca esta noite em Albufeira

Quim Roscas e Zé Estacionâncio

Esta sexta-feira, 28 de dezembro, o Palácio de Congressos do Algarve, na Herdade dos Salgados, abre as portas à primeira noite do Solrir, o mais mediático festival de humor do país. Pelas 21h30 sobe ao palco o comediante e imitador de vozes Pedro Soares, com um repertório recheado de piadas e das frases mais célebres de algumas figuras públicas da nossa praça. A seguir, com 2300 espetáculos, 126.000 km percorridos em 15 anos de muitas gargalhadas, a dupla de humoristas mais famosa de Portugal – Quim Roscas (João Paulo Rodrigues) e Zeca Estacionâncio (Pedro Alves) – traz um espetáculo hilariante para todas as idades.

Mas a animação vai continuar até ao primeiro dia de 2019. Cada noite tem uma programação específica com espetáculos de vários humoristas. Na noite de 29 de dezembro, Nilton volta ao Solrir para mais uma performance repleta de humor e boa disposição. O conceituado humorista irá dividir o palco com Rita Leitão (Piglet) e com o Grupo de Teatro do CIRM. Rita é a única mulher a atuar no festival e vem apresentar “Meia Dose de Leitão”, uma viagem pelo agridoce da vida, desde os dilemas de uma Peter Pan da suinicultura, aos dramas da Terceira Idade. O grupo de teatro amador do CIRM, da Mexilhoeira Grande, traz-nos revista à algarvia com a peça “Hostel”. Os sete artistas em palco dão vida a uma rábula centrada nas expressões e personagens típicos do Algarve.

No domingo, 30 de dezembro, Joca, Joel Santos e Zé Pedro formam a “Tríade Comédia”, e João Didelet e António Machado apresentam “Faz-te Homem”, uma comédia feita por dois amigos de longa data, que decidem debater o papel do homem na sociedade e as suas ramificações com tudo o que o rodeia: regabofe, carros, futebol, copos, porrada, mariquices versus machices, e, claro, mulheres. A melhor forma que encontraram para abordar o abominável mundo do homem foi organizar uma “Conferência de e para Machos”.

O festival encerra na primeira noite do ano com Fernando Mendes numa atuação a solo no espetáculo “Insónia”, em que encarna na pessoa de Custódio Reis, um vendedor de vinhos e licorosos, que vive com a corda ao pescoço, tanto financeiramente, como familiarmente. É o comum português de classe média, afogado em dívidas e créditos.

Os bilhetes para este festival de humor variam entre os 10 euros (uma noite) e os 42 euros (todos os espetáculos).

JA

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