Fundos da União Europeia com 15% de taxa de execução na região

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A proposta de reprogramação do CRESC Algarve 2020 foi aprovada pela Comissão de Acompanhamento, numa reunião onde o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, Francisco Serra, revelou que “a taxa de execução dos fundos está em 15 por cento”, em linha com os demais Programas Operacionais Regionais.

“A proposta de reprogramação que vamos defender junto da União Europeia aposta na qualificação e promoção do emprego, na continuidade do apoio ao investimento em inovação nas empresas, no reforço da política de emprego e do apoio ao empreendedorismo de base local, em investimentos de proximidade em equipamentos e infraestruturas de serviços básicos, favorecendo a coesão social e a competitividade territorial e intensifica a aposta na área da mobilidade urbana sustentável”, explicou Francisco Serra, que desempenha igualmente as funções de presidente da Comissão Diretiva do CRESC Algarve 2020.

Refira-se que os domínios referidos por Francisco Serra viram as respetivas dotações reforçadas num exercício que envolveu cerca de dez por cento dos fundos da União Europeia (FEDER e FSE) atribuídos ao Algarve.

Durante a reunião, aquele responsável fez um balanço dos seis debates públicos sobre a estratégia regional pós-2020 e anunciou um segundo ciclo de sessões a realizar no próximo outono, perante cerca de cinquenta representantes das autarquias locais, instituições do ensino superior e da sociedade civil, bem como do Estado português e da União Europeia.

Estes representantes integram a Comissão de Acompanhamento e são responsáveis por analisar e aprovar a metodologia e os critérios de seleção, os relatórios de execução e outras matérias relacionadas com o CRESC Algarve 2020, o principal instrumento financeiro de apoio ao desenvolvimento regional do Algarve.

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