Governo quer continuar a reduzir portagens na A22

A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, defendeu a necessidade de continuar a reduzir gradualmente as portagens nas ex-SCUT, dando prioridade às vias do interior e à A22, no Algarve.

Ana Abrunhosa salientou que o interior “tem custos de contexto elevadíssimos” e que a A22, também conhecida por Via do Infante, é uma alternativa mais rápida e segura à estrada nacional 125, “que passa dentro das povoações” do litoral algarvio, ligando Vila do Bispo a Vila Real de Santo António.

“Temos de continuar a reduzir as portagens, mas com prioridade para a A22 e o interior”, sublinhou.

Questionada pela agência Lusa, a ministra da Coesão Territorial falava a propósito da redução de 50% das taxas de portagem das antigas vias sem custos para o utilizador (SCUT), em cumprimento de uma medida consagrada no Orçamento do Estado (OE) para 2021, na altura da sua aprovação pela Assembleia da República.

“O Governo tem de cumprir a lei”, afirmou aos jornalistas à saída do Convento de São Francisco, em Coimbra, após ter participado numa reunião do Conselho Regional do Centro, liderado por Paulo Fernandes, presidente social-democrata da Câmara Municipal do Fundão.

Ana Abrunhosa adiantou, no entanto, que esta redução das portagens “tem um impacto muito elevado” no Orçamento do Estado.

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“Foi sempre um objetivo do Governo a redução gradual das portagens”, acentuou.

No dia 17 de junho, o Conselho de Ministros aprovou a redução de 50% das portagens nas antigas SCUT, a partir de 01 de julho, tal como tinha sido definido pelo parlamento quando aprovou o OE para este ano.

A redução para metade do valor das taxas de portagens em cada passagem nos lanços e sublanços abrange as A22-Algarve, A23 – IP, A23 – Beira Interior, A24 – Interior Norte, A25 – Beiras Litoral e Alta, A28 – Norte Litoral, concessões do Grande Porto (A41 e A42) e da Costa da Prata.

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