Hortas comunitárias para a população sem terrenos “crescem” em Silves

As hortas permitirão aos munícipes que não dispõem de terrenos poderem cultivar produtos hortícolas em talhões cedidos pela autarquia

Está a decorrer, até 27 de julho, o período de candidatura para as hortas comunitárias de Silves, no setor de ação social da câmara municipal.

A ideia é permitir aos munícipes que não dispõem de terrenos próprios poderem cultivar produtos hortícolas nos solos disponibilizados pela autarquia, garantindo a possibilidade de um complemento aos orçamentos das famílias mais carenciadas.

“Estes espaços destinam-se à prática da horticultura de vocação eminentemente social e educativa, que permitirá aos munícipes que não dispõem de terrenos próprios poderem cultivar produtos hortícolas nos solos disponibilizados pela autarquia, garantindo este projeto a possibilidade de um complemento aos orçamentos dos agregados familiares”, adianta a Câmara de Silves.

Segundo a autarquia, o projeto “Horta Comunitária de Silves” está integrado num conjunto de medidas de intervenção social que “tem o condão de fomentar o trabalho e convívio comunitário, bem como o contacto da comunidade local com a natureza”.

De acordo com o regulamento, podem candidatar-se à atribuição de um talhão de terreno da horta comunitária de Silves, para cultivo de produtos biológicos, todos os cidadãos maiores de idade, residentes no concelho de Silves, há pelo menos dois anos, que não detenham ou possuam qualquer terreno para cultivo na área do município de Silves.

Já na seleção dos candidatos para a atribuição dos talhões, será dada prioridade a cidadãos com um rendimento igual ou inferior ao salário mínimo nacional, pessoas que beneficiam de apoios sociais, desempregados, reformados e famílias numerosas (a partir de cinco elementos).

Nuno Couto|Jornal do Algarve

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