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Lagoa adere a campanha nacional contra maus tratos infantis

Cartaz campanha maus tratos infantis
Cartaz da campanha

“Serei o que me deres … que seja amor” é o lema da campanha de prevenção de maus tratos na infância, iniciativa proposta pela Comissão Nacional dos Direitos das Crianças e Jovens que está a ser desenvolvida no concelho de Lagoa pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Lagoa (CPCJ), em colaboração com a Câmara Municipal, anunciou a autarquia.

A iluminação a azul do edifício principal da Câmara Municipal de Lagoa, a exposição de marcas alusivas à campanha, como o laço azul, o banner alusivo, a oferta de um folheto informativo e brindes a todas as crianças e jovens, que frequentem estabelecimentos de ensino no concelho (desde a creche ao secundário), são algumas das iniciativas de sensibilização da comunidade, para o problema identificado.

Também nos estabelecimentos de ensino, nas IPSS, postos da GNR, Centro de Saúde e respetivas extensões do concelho de Lagoa, vão ser instalados expositores com os mesmos laços azuis e informação sobre a necessidade de prevenir, para não ter de remediar, casos de violência e maus tratos a crianças e jovens.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a violência é um dos mais graves problemas de saúde pública do nosso tempo, quer pela sua dimensão, quer pelas consequências a curto, médio e longo prazo.

O esforço para combater e erradicar práticas violentas, sejam maus-tratos físicos ou psicológicos, compete a todos e a cada um dos elementos da comunidade em que vivemos. Internacionalmente este alerta tem um laço azul como símbolo.

“A nível nacional, a Comissão empenha-se na sensibilização para a necessidade de cuidar e proteger os mais novos. Em Lagoa conta com as estruturas da CPCJ e do Município para este desígnio”, afirma o município.

Agitar consciências e contribuir para a implementação de políticas de prevenção da violência sobre os mais novos é o que se pretende com esta campanha do mês de abril, segundo os promotores locais. “Ser amado é um dos teus direitos”, relembra ainda a CPCJ

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