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Luís Gomes: “PS é o principal responsável pelo atraso na construção do Hospital Central”

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O líder do PSD/Algarve, Luís Gomes, repudiou as afirmações proferidas esta segunda-feira pelo líder do PS/Algarve, Miguel Freitas, considerando que a sua posição, exigindo o avanço imediato da construção do futuro Hospital Central do Algarve, apenas revela demagogia e inconsistência política.

“Além de querer ignorar o compromisso já assumido pelo ministro da saúde, que classificou a construção do Hospital Central do Algarve como uma prioridade nacional, o PS esquece-se também de que foi no seu ruinoso mandato que o processo de implementação deste equipamento conheceu sucessivos revés”, nota o presidente da Comissão Política Distrital do PSD Algarve.

“Na verdade, o principal responsável pelo adiamento da construção do hospital foi o PS que, entre 2005 e 2011, anulou sucessivos concursos e desperdiçou os recursos e as oportunidades que já permitiriam ter o equipamento a funcionar”, referiu Luís Gomes.

“Sabemos que esta é uma obra necessária numa região onde o turismo representa a principal actividade, mas continua a ser nossa prioridade encontrar uma solução equilibrada que nos permita, por um lado, encontrar a disponibilidade financeira para a sua construção e, por outro, honrar os compromissos assumidos no âmbito do programa de assistência financeira a Portugal”, prossegue o presidente da Comissão Política Distrital do PSD.

Para Luís Gomes, não se deve confundir um processo concursal, que está a decorrer – e deve ser devidamente avaliado –, com a efectiva vontade de construir o hospital, desígnio que, recorda, foi assumido publicamente pela tutela.

“As reformas estruturais que o Governo está a operar na área da saúde são sinal de empenho político, fórmula que será igualmente aplicada na construção do Hospital Central do Algarve assim que estiverem assegurados todos os mecanismos de financiamento público-privados”, refere ainda o líder do PSD/Algarve.

“Este não é o tempo ou o assunto para o presidente do PS/Algarve Miguel Freitas fazer um mea culpa ou construir discursos de ocasião. É antes a altura de avaliar a realidade de uma forma objectiva e definir prioridades”, conclui Luís Gomes.

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