Mais dormidas não representam mais receitas para o turismo

A taxa de ocupação hoteleira na região registou um aumento de 4,2% no mês passado, em comparação com o ano passado. Porém, a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) salienta que o aumento das dormidas de turistas não foi acompanhado por uma subida dos proveitos, já que estes, segundo os dados da associação, apenas cresceram 0,3%.

A AHETA justifica esta situação com as promoções que as unidades hoteleiras têm vindo a fazer para cativar mais turistas neste período de crise.

As principais subidas, em termos de nacionalidades, registaram-se nos mercados holandês (+18,7%) e britânico (+7,1%). Já os mercados espanhóis (-8,1%) e alemão (-6,4%) verificaram as descidas mais importantes.

Os números da AHETA refletem um aumento da procura na zona de Portimão/Praia da Rocha (+12,8%) e Vilamoura/Quarteira/Quinta do Lago (+20,0%), ao contrário de Faro/Olhão (-31,1%), Carvoeiro/Armação de Pêra (-6,4%) e Tavira (-5,4%) que registaram as maiores quebras na procura por parte dos turistas.

Por sua vez, Albufeira, a principal zona turística do Algarve, registou uma quebra na procura de 1,6%.

Monte Gordo e Vila Real de Santo António foi a zona que registou a taxa de ocupação mais elevada (70,4%), enquanto a zona de Lagos/Sagres registou a mais baixa, com 17,8%.

Também os aldeamentos e apartamentos turísticos de cinco e quatro estrelas apresentaram a taxa de ocupação mais baixa (18,6%), ao contrário dos hotéis e aparthotéis de duas estrelas que registaram uma maior procura (41,4%).

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