Ministra da Saúde responde ao PCP

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Centro de Saúde de Olhão

Em causa o Centro de Saúde de Olhão

A ministra da Saúde respondeu aos deputados do PCP, Paulo Sá e Carla Cruz, que visitaram o Centro de Saúde de Olhão, e disse que falta apenas a menos de meio por cento dos utentes, 119 num total de 44.439 e a situação será em breve colmatada.

Disse ainda que estão a concurso três vagas de grau de especialista no ramo de nutrição na ARS do Algarve, aberto concurso para o preenchimento de 10 postos de trabalho na categoria de enfermeiro e há também pedidos de mobilidade ou cedência de assistentes operacionais, um psicólogo e um técnico de informática.

Lembrou que se encontra a decorrer a “Empreitada de Conservação e Reabilitação da Envolvente Exterior do Centro de Saúde de Olhão”.

A ministra também se referiu ao parque de veículos da ARS classificando-o de insuficiente para satisfazer todas as solicitações, mas que a própria ARS, o CES e os municípios estão a esforçar-se para que “este constrangimento nunca prejudique a prestação directa de cuidados de saúde aos utentes.”

As questões do PCP

A delegação do PCP tinha verificado diversos problemas no Centro de Saúde de Olhão, designadamente que ainda existem 761 doentes sem médico de família, na UCSP, na USF Mirante e na USF Âncora, o número de assistentes operacionais é manifestamente insuficiente (são apenas 7), implicando o recurso a empresas externas de limpeza nas USFs e aos serviços da Junta de Freguesia no caso da Extensão de Saúde de Pechão.

À delegação do PCP foi assinalada a carência de enfermeiros, assim como de psicólogos, de assistentes sociais, de terapeutas da fala, de fisioterapeutas, de terapeutas ocupacionais e nutricionistas.

Para este partido “esta carência traduz-se em constrangimentos na prestação de cuidados domiciliários e no desenvolvimento de projetos vários, assim como na existência de longas listas de espera (saúde mental infantil, terapia ocupacional, terapia da fala, etc.) ou na incapacidade de resposta em certas áreas (terapia oral para adultos, determinados projetos na área da fisioterapia, etc.).

Diz o PCP que no Centro de Saúde de Olhão verifica-se ainda uma profunda carência de técnicos de informática. Há apenas um técnico em todo o ACES Algarve I – Central para dar assistência a 759 computadores!

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