Ministro da Cultura elogia recuperação dos Banhos Islâmicos

O ministro assistiu à inauguração ao lado do ministro dos Negócios Estrangeiros, José Gomes Cravinho

O ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, esteve hoje em Loulé a inaugurar os Banhos Islâmicos e considerou que a recuperação foi “extraordinária” e permite “olhar para o passado e perceber como, em muitas dimensões, o passado não é assim tão distante dos nossos dias”.

“Nós continuamos a ter as saunas e a experiência da sauna não é assim tão distante da experiência que se tinha no século XXI e XII dos Banhos Islâmicos”, afirmou o governante, sublinhando que “isso é que é o fundamental”, porque Portugal “não se construiu de roturas, mas de muitas continuidades”.

O ministro assistiu à inauguração ao lado do ministro dos Negócios Estrangeiros, José Gomes Cravinho, e destacou a “importância” do edifício recuperado e musealizado, com um orçamento de cerca de um milhão de euros, para “recuperar a memória”.

“Mas talvez o fundamental hoje é mostrar que a memória é parte do presente e uma forma de construir o futuro. E no momento em que a Europa está tão dividida e em que há uma crise democrática um pouco por toda a Europa, eu acho que este sinal que Portugal dá, que é o seu passado cultural, de abertura, de tolerância e de coexistência de várias religiões, é algo que nos protege hoje e é algo que devemos olhar como uma forma de nos proteger hoje e projetar uma ideia de democracia, de abertura e de tolerância, que na verdade é o país que somos”, afirmou.

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