Pesca Desportiva: Mais um título nacional para a Associação Naval do Guadiana

Ricardo Sequeira (Associação Naval do Guadiana)
Ricardo Sequeira (Associação Naval do Guadiana)

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Ricardo Sequeira, pescador da Associação Naval do Guadiana (ANG), é o novo campeão nacional da 1.ª Divisão Bóia Mar, título alcançado na prova que se disputou em Belém (Lisboa) no último fim de semana.

O pescador da ANG revelou ao longo de todo o campeonato, quatro provas (Barreiro, Figueira da Foz, Porto e Belém), estar bem preparado para alcançar o título e o seu desempenho acabou por confirmar a superioridade em relação aos adversários.

Com este resultado, Ricardo Sequeira classificou-se para representar Portugal no Campeonato da Europa, a realizar de 06 a 11 de outubro, na ilha de Creta, Grécia.

A pesca desportiva foi uma grande aposta retomada pela ANG, que conta já com vários títulos regionais e nacionais e vários praticantes a representar Portugal em diversos campeonatos internacionais.

“O esforço financeiro levado a cabo pelo clube tem permitido a manutenção das atividades desportivas e participações nacionais e internacionais, apesar de continuar a sentir uma grande diferenciação de apoios por parte da autarquia, em comparação com outras entidades”, lamentam os responsáveis da ANG, em comunicado.

Ao mesmo tempo, aqueles responsáveis sublinham que a ANG “afirma-se como a única coletividade do concelho com uma ampla participação náutica em modalidades tão diferenciadoras, como seja vela, canoagem, pesca desportiva, motonáutica, natação e jet ski”.

ANG organiza três provas desportivas até setembro

No próximo fim de semana, 18 e 19 de agosto, terá lugar a mais antiga prova realizada no Rio Guadiana, e também a mais antiga organização transfronteiriça da Península Ibérica, a tradicional “Subida e Descida Internacional do Rio Guadiana”, em vela, que já vai na 34.ª edição.

A 1 de setembro terá lugar a Travessia Internacional do Guadiana, em natação, e a 22 do mesmo mês a Regata Internacional de Canoagem.

“A ANG tem esperança que no futuro os responsáveis locais possam alterar o método de apoios às coletividades locais e possa passar a ser tratada e receber em pé de igualdade os apoios disponibilizados pelo município”, acrescentam os dirigentes da ANG.

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