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Praias algarvias com reforço de segurança da PSP e GNR a partir de hoje

Cerca de uma centena de militares iniciaram a vigilância das praias sem assistência no Algarve, numa altura em que os turistas começam a chegar em maior número à região, onde foi também reforçada a presença policial.

As praias vigiadas do Algarve estão já a ser alvo do olhar atento de 500 nadadores salvadores espalhados pelas 250 concessões, mas a Autoridade Marítima garante que as praias não vigiadas também contam com a vigilância de militares voluntários, sobretudo a partir deste mês.

O projeto “Reforço Praias” está no terreno e este ano a Autoridade Marítima vai contar com cerca de uma centena de militares voluntários nas praias não vigiadas da região, disse hoje à Lusa o responsável pelo Comando da Autoridade Marítima do Sul, Marques Ferreira.

Segundo o comandante Marques Ferreira, os militares voluntários para o “Reforço Praias”, que são na maioria fuzileiros, tiveram este ano uma preparação específica para poder fazer salvamentos no mar, uma formação dada pelo Instituto de Socorros a Náufragos (ISN).

Os voluntários no projeto “Reforço Praias” vão ser apoiados por três carrinhas “Seamasters”, meios de transporte para facilitar a vigilância ao longo da costa algarvia que não é vigiada por nadadores salvadores.

Ao nível policial, o Algarve está também reforçado.

A PSP reforçou desde o início do verão a presença na região com 80 agentes da Unidade Especial de Polícia para patrulharem as zonas balneares algarvias no âmbito da Operação “Verão Seguro”, que trouxe ainda um reforço extra de 15 homens à PSP de Lagos.

Os agentes destacados têm especial atenção às zonas balneares, como a Praia da Rocha (Portimão), Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António e Lagos, nomeadamente a parques de estacionamento e zonas comerciais.

A GNR também apostou num reforço da segurança na região Algarvia.

De acordo com o serviço de Relações Públicas do Comando Geral da GNR, a Guarda vai “reforçar as zonas balneares e as zonas onde hajam eventos que atraem muitas pessoas, como a concentração de motos de Faro”.

A mesma fonte escusou-se contudo a adiantar o número de militares que vão permitir o aumento do policiamento nas áreas da sua tutela no Algarve.

“Os meses de julho, agosto e setembro são por tradição meses de lazer, de festas e de romarias com diversos espetáculos culturais, o que implica uma maior movimentação e concentração de pessoas, não só nas localidades onde decorrem este tipo de eventos como também nas zonas balneares”, lê-se, por sua vez, num comunicado da GNR.

Tal como a nível nacional, o Algarve vai ainda beneficiar a nível de incêndios, do início da fase Charlie, a mais complicada e que reforça o número de meios.

CCM/MHC

Lusa/JA

***Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

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