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Prejuízos de sismo podem chegar aos 1,12 mil milhões de euros

 

Os prejuízos materiais causados pelo sismo de magnitude 7 que atingiu hoje de madrugada a segunda cidade neozelandesa, Christchurch, podem atingir os dois mil milhões de dólares neozelandeses (1,12 mil milhões de euros).

A avaliação foi divulgada pelo diretor geral da Comissão dos Terramotos, Ian Simpson.

Os edifícios antigos foram os mais afetados. Numerosas fachadas de tijolo desabaram e dezenas de viaturas estavam hoje de manhã cobertas de toneladas de detritos.

Tratando-se de um dos mais fortes sismos da história neozelandesa, paradoxalmente o balanço dos prejuízos humanos é até ao momento limitado com dois feridos graves e numerosos ligeiros.

“Tivemos muita sorte de não lamentar mortos”, declarou o ministro da Segurança Civil, John Cárter.

Os serviços de socorro deram conta de numerosas fugas de gás, condutas de água danificadas, esgotos a escorrerem para dentro das casas e quedas de postes de eletricidade.

Apesar dos apelos da polícia para que se afastassem do centro da cidade, foram milhares as pessoas que percorreram as ruas mais atingidas para verem os estragos.

Christchurch, com cerca de 340 mil habitantes, é a principal cidade da Ilha do Sul – que constitui, com a Ilha do Norte, a Nova Zelândia – e está situada na costa leste.

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