Presença do exército reduz ocorrências de incêndios em Silves

“Resultados muito positivos no concelho de Silves”, verificando-se “uma diminuição de forma muito substancial das ocorrências na área patrulhada” pelos militares do exército. É desta forma que a Câmara de Silves faz o balanço do protocolo assinado, no passado mês de julho, com o exército português, que contempla o patrulhamento e a vigilância diária da área florestal do concelho.

Estas ações de vigilância, que começaram a ser implementadas há cinco anos e repetem-se anualmente, englobam as áreas mais sensíveis do território silvense, desde caminhos florestais, a áreas de edificação dispersa, chegando aos aglomerados urbanos do setor norte do concelho, nas freguesias de Silves, São Bartolomeu de Messines e São Marcos da Serra, considerando-se esta ação “uma mais valia na proteção civil preventiva”.

A Câmara de Silves realça ainda que a presença dos militares no terreno contribuiu, igualmente, para “aumentar o sentimento de segurança das populações mais isoladas e envelhecidas do concelho, sendo um complemento de grande relevância nas ações de prevenção e defesa da floresta efetivas pelas equipas de sapadores florestais do município e da GNR”.

O patrulhamento está a ser efetuado pelo Regimento de Infantaria Nº1, de Beja, até setembro, durante o período crítico de defesa da floresta contra incêndios florestais. Durante a operação, os militares envolvidos estabeleceram uma base temporária no interior da serra de Silves e contam com o apoio logístico do município de Silves, através da ação conjunta do Serviço de Proteção Civil e Florestas (SPCF) e da Quinta Pedagógica.

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