Primeiro Ministro diz que SNS é para manter

O primeiro-ministro, José Sócrates, garantiu hoje em Barcelos o empenho governamental em manter “bem vivo” o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e criticou os que o querem “fazer recuar”.

O SNS, disse o chefe do Governo, “é hoje um serviço que pede meças internacionalmente. Fazer recuar o SNS não é uma proposta realista. Trata-se apenas de uma proposta que tem tudo de ideológica e que nenhum bem traria ao país”.

“Quero, com clareza, manifestar a minha oposição a um recuo do SNS”, acrescentou.

José Sócrates nunca referiu o destinatário das suas críticas, que surgem depois de o PSD ter proposto, no âmbito de um seu projecto de revisão constitucional, que se acabasse com o SNS “tendencialmente gratuito”.

O chefe do Governo esteve em Aborim, Barcelos, aonde acompanhou a ministra da Saúde, Ana Jorge, na inauguração de uma nova extensão de Saúde e no lançamento de uma Unidade de Saúde Familiar (USF).

Falando precisamente sobre as USF, José Sócrates recordou que Portugal tem hoje cerca de 260 unidades desse tipo “e com isso conseguiu que mais cerca de 300 mil portugueses tivessem médico de família” e atendimento “com mais qualidade”.

“É assim com estas reformas que se faz avançar o SNS”, disse.

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A criação das USF representa “uma das mais expressivas reformas do SNS”, considerou ainda o primeiro-ministro, que, no final da cerimónia de Aborim, se escusou a responder a perguntas dos jornalistas.

AL/JA

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