Quase 700 pessoas já receberam apoio social em Monchique

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As equipas da Segurança Social prestaram apoio a quase 700 pessoas afetadas pelo incêndio na zona de Monchique.

Este apoio visa “garantir a resposta de emergência identificada ao nível da alimentação, agasalhos, alojamento temporário, entre outras necessidades, às pessoas e famílias afetadas pelo incêndio”, explica o Instituto de Segurança Social em comunicado.

Ao longo destes dias, a Segurança Social, em articulação com a Proteção Civil, assegurou a instalação de um total de nove zonas de concentração e apoio às populações nas localidades de Monchique (3), Portimão (1), Vila do Bispo (2), Silves (2) e Odemira (1), onde disponibilizou apoio social direto, de emergência, às populações que dele necessitaram.

Entretanto, o primeiro-ministro visitou esta tarde a região, onde se reuniu com o presidente da Câmara de Monchique, Rui André. António Costa afirmou que a “prioridade das prioridades é a salvaguarda de um bem inestimável irreparável que é a vida humana”.

“Vamos agora fazer um balanço com os presidentes da câmara de quantas habitações foram efetivamente atingidas e é partir desse balanço que iremos assumir as medidas que forem necessárias”, frisou António Costa, acrescentando que ainda “é necessário fazer o balanço objetivo de quais são os danos”.

A Proteção Civil considera que o incêndio está “dominado”, mas vai continuar no terreno a vigiar a imensa área ardida, que atinge os 27 mil hectares.

Patrícia Gaspar, 2ª comandante da Autoridade Nacional de Proteção Civil, revelou no briefing desta manhã que o incêndio de Monchique provocou 41 feridos.

Os prejuízos devem ser superiores a 10 milhões de euros, uma estimativa feita pelo presidente da Câmara de Monchique, que admite ser apenas uma primeira avaliação.

JA

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