Sagres reclama melhorias na única estrada que liga a vila ao exterior

A falta de segurança está bem patente nas bermas da estrada, que “obrigam os peões a transitar na faixa de rodagem”

A população e a junta de freguesia de Sagres vão promover, no próximo domingo, uma marcha para exigirem melhorias na estrada nacional 268, por onde passam todos os automóveis e autocarros rumo à vila e aos seus monumentos. Há vários anos que esta via está num “estado deplorável”, ameaçando a segurança de automobilistas e peões, denuncia o presidente da junta, Luís Paixão. “Será preciso morrer alguém?”, desabafa o autarca ao JORNAL DO ALGARVE

 

A junta de freguesia e a população de Sagres vão promover uma marcha de protesto, no próximo domingo (22), às 11h00, contra a falta de segurança da estrada nacional 268. “Sagres: onde a estrada acaba e o perigo começa” dá o mote a esta ação, que reivindica a requalificação da EN 268, a estrada que dá acesso à vila do concelho de Vila do Bispo.

“Todos os dias, entram na vila dezenas de autocarros de turismo e centenas de carros. Ao entrarem em Sagres, entram também na estrada de ninguém”, denuncia o presidente da junta de freguesia de Sagres, Luís Paixão, frisando que “a EN 268 é o cartão-de-visita de Sagres, uma via que não tem as mínimas condições de segurança para peões e automobilistas”.

O autarca lembra que Sagres é um dos destinos turísticos em Portugal com maior número de visitantes. A fortaleza e o Cabo de S. Vicente são atrações que todos os anos são visitados por milhares de turistas. No entanto, a única estrada que dá acesso à vila não oferece condições de segurança para os automobilistas e para os peões.

“Esta falta de segurança está bem patente nas bermas da estrada, que obrigam os peões a transitar na faixa de rodagem”, protesta o presidente da junta de freguesia, sublinhando que esta via, para além de ser a entrada de uma localidade que recebe cerca de um milhão de visitantes anualmente, também dá acesso a uma superfície comercial, várias casas de comércio e à escola primária. “É uma via por onde transitam idosos, crianças e centenas de automobilistas diariamente”, acentua o autarca, deixando a questão no ar: “Será que é preciso morrer alguém para fazerem alguma coisa?”…

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(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 19 DE JULHO)

Nuno Couto|Jornal do Algarve

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