ALGARVE COVID-19 POLÍTICA

Seis novos casos de covid-19 em Monchique preocupam PS local

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O PS de Monchique manifestou-se preocupado com o aparecimento de seis novos casos de covid-19 no concelho e afirmou que deverá ser feito um acompanhamento, em conjunto com as autoridades de saúde, no que diz respeito às necessidades dos infetados, e acompanhamento dos testes a contactos próximos, de forma a evitar a propagação do contágio. 

Na última reunião de Câmara realizada ontem, dia 23 de junho, atendendo aos recentes casos de Covid-19 conhecidos em Monchique, “manifestamos a nossa preocupação, reiterando a disponibilidade que manifestamos em relação a este tema, em março último”, afirmam os socialistas em comunicado.

Segundo os socialistas, “temos de estar preparados para sobressaltos idênticos a este durante os próximos tempos, alertando para a importância dos comportamentos de todos nós”.

Manifestam discordância relativamente a uma das últimas declarações prestadas pelo presidente de câmara a um jornal regional, onde refere ser “uma situação de terceiro mundo, pelo facto de uma pessoa ficar infectada numa unidade hospitalar…”, observando “que se trata sim, de uma situação do nosso mundo, e não de 1º, 2º ou 3º mundo!”

Os socialistas de Monchique continuam a manifestar “preocupação e apreensão com a atenção prestada à prevenção dos incêndios rurais, nomeadamente nas faixas secundárias dos 10 metros para cada lado das estradas, em cumprimento com o DL n° 124/2006”.

“Mereceu o nosso voto a favor, a proposta para isenção do pagamento de taxas sobre as esplanadas, tendo em conta a atual situação pandémica que o mundo atravessa, embora entendamos que se trata de uma medida meramente simbólica para o nosso concelho”, esclarece o PS/Monchique, observando que, por sua sugestão, “foi alterado o período de isenção, entre junho e setembro, visto que o regulamento de preços e taxas já pressupõe a isenção entre outubro e maio (Na proposta constava o período entre junho e dezembro)”.

Informam ainda que votaram contra a proposta da prestação de contas e relatório de gestão referente ao ano económico de 2019, apresentada pelo executivo PSD, “face à clara incapacidade do município em gerar receita, em investir no desenvolvimento do concelho e apresentando resultados negativos superiores a 1,4 milhões euros, que serão negativos no global, superiores a cinco milhões de euros em 2021”.

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