“Sigilo não pode encobrir violações das petrolíferas”

Mapa das áreas de concessão e licenças com a indicação das empresas (Créditos: PALP)
Mapa das áreas de concessão e licenças com a indicação das empresas (Créditos: PALP)

Há um ano que a Plataforma Algarve Livre de Petróleo (PALP) mantém um “braço de ferro” com a Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC). Tudo porque o movimento anti-petróleo quer ter acesso a documentos cruciais para tentar compreender se as petrolíferas estão a cumprir a lei, bem como os impactos, perigos e riscos das concessões

“O que aconteceria se a ENMC divulgasse toda a informação?”. Esta é a dúvida lançada na semana passada pela Plataforma Algarve Livre de Petróleo, estrutura criada no início do ano passado por associações ambientalistas e de defesa do património, para lutar contra a pesquisa e exploração de petróleo e gás natural no Algarve.

“Desde a formação da PALP que uma das suas maiores dificuldades tem sido obter informação para divulgar junto da população”, afirma o porta-voz Manuel Vieira, que também faz parte da associação Almargem.

“Porque parece existir tanto secretismo e tão pouca transparência quando se afirmam vantagens para a maioria da população? Será que a confidencialidade estipulada pela lei serve para encobrir violações da lei por parte das concessionárias”, questiona…

(Notícia completa na última edição do JA – dia 7 de julho)

Nuno Couto | Jornal do Algarve

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