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Turismo algarvio resiste à falência das companhias aéreas

A falência de mais uma companhia aérea é motivo de preocupação para o Algarve, mas João Fernandes considera que “a região está preparada para enfrentar este tipo de situações”, à semelhança do que aconteceu no passado recente

As companhias aéreas de baixo custo estão a sucumbir uma atrás da outra. Depois da falência da Monarch, Air Berlin e Niki, chegou agora a vez da Germania cancelar as rotas com o Algarve, o que significa uma perda de 25 mil turistas. Apesar disso, a região está a conseguir contornar o problema

A falência de três companhias aéreas no final de 2017 – a inglesa Monarch, a alemã Air Berlin e a austríaca Niki – fez disparar os alarmes do turismo algarvio. No entanto, o problema foi contornado com outras rotas. Na semana passada, surgiu a notícia da falência de mais uma companhia aérea, a alemã Germania, que vai obrigar o Algarve a intensificar esforços para colmatar as quatro rotas e os cerca de 25 mil turistas perdidos.

João Fernandes, que acumula os cargos de presidente da Região de Turismo e da Associação Turismo do Algarve (esta última é a agência responsável pela promoção do destino junto dos mercados externos), lamenta o recente anúncio da falência da companhia aérea Germania, mas afirma que a região está preparada para enfrentar este tipo de situações, à semelhança do que aconteceu no passado recente…

(NOTÍCIA COMPLETA NA ÚLTIMA EDIÇÃO DO JORNAL DO ALGARVE – NAS BANCAS A PARTIR DE 14 DE FEVEREIRO)

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