Uma plataforma para derrubar plataformas

Manuel Vieira, da PALP, diz que se nada for feito, o Algarve não está a salvo do cenário mais terrível: um derrame de petróleo, como o que aconteceu na Califórnia, em maio de 2015

A Plataforma Algarve Livre de Petróleo (PALP) foi criada em março de 2015 para derrubar a hipótese – cada vez mais real – de construção de plataformas petrolíferas na região. Em declarações exclusivas ao JA, Manuel Vieira, que entregou a petição na Assembleia da República para que os deputados discutam os riscos da exploração de hidrocarbonetos, explica quem lucra e quem perde neste negócio. Depois de várias reuniões mantidas com representantes do Governo, o biólogo diz que a própria classe política possui “pouca informação” sobre o que está a acontecer, incluindo os poderes dados às concessionárias e as consequências dessas atividades. Tendo em conta os contratos assinados e a legislação em vigor, a PALP não duvida que, se nada for feito, a fase de produção pode estar mais perto do que se pensa…!

A pesquisa e exploração de petróleo e gás no Algarve é altamente polémica, com oposição dos municípios, empresários, associações ambientalistas e movimentos sociais
A pesquisa e exploração de petróleo e gás no Algarve é altamente polémica, com oposição dos municípios, empresários, associações ambientalistas e movimentos sociais

Isto numa altura em que faltam apenas seis meses para a primeira perfuração no Algarve. O consórcio formado pela empresa espanhola Repsol e a portuguesa Partex, que detém quatro concessões em mar no Algarve (Lagosta, Lagostim, Sapateira e Caranguejo) anunciou que vai avançar com a exploração de gás natural ao largo da região, já no próximo mês de outubro.

(Notícia completa na última edição do JA – dia 21 de abril)

Nuno Couto | Jornal do Algarve

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