ALGARVE

Vaga de assaltos preocupa União de Freguesias de Moncarapacho e Fuseta

Vista aérea da Fuseta

A União de Freguesias de Moncarapacho e Fuseta manifestou-se hoje preocupada com a vaga de assaltos ocorridos durante a noite que acontecem desde o verão naquela freguesia.

“A população da nossa freguesia vive em permanente sobressalto, pelo que aconselhamos todos os fregueses e cidadãos em geral que se mantenham em alerta. Apesar de reportarem todos os casos às autoridades, e uma vez que os assaltantes parecem conhecer muito bem os hábitos de quem ali mora, não há segurança, com os assaltos a sucederem-se quase diariamente, quer em casas particulares, como em estabelecimentos comerciais e associações”, afirma a autarquia.

Sublinha que a vaga de assaltos tem-se verificado um pouco por toda a freguesia, mas com maior incidência na Fuseta e nas zonas rurais de Quatrim e de Bias.

Descreve que na Fuseta foram já assaltados diversos estabelecimentos comerciais e esta segunda-feira à noite nem a Lota escapou aos amigos do alheio, “tal como já aconteceu no Centro Comunitário da Cruz Vermelha Portuguesa, no Cinema Topázio e na Delegação Marítima”.

“Como se não bastasse, ontem à noite (segunda-feira) ocorreu também um assalto com arma de fogo na Zona Ribeirinha, tendo sido vítimas um casal de franceses que estão alojados no Parque de Campismo da Fuseta.

Sublinha que em Bias e em Quatrim já foram assaltadas – mais do que uma vez – as sedes do Clube de Caça e Pesca Cavaquense e do Futebol Clube de Bias, além de estabelecimentos comerciais da zona e casas particulares.

Face a esta onda de assaltos e à insegurança que está instalada na população, “já há quem defenda a criação de uma “milícia” popular para pôr cobro a este problema”, enfatiza a União de Freguesias.

“Assim, apelamos que seja reforçada a vigilância na nossa freguesia e que a população se mantenha alerta e vigilante”, conclui.

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