REPORTAGEM

Sardinha é tanta como não se via há 20 anos

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Sardinha

No Algarve a sardinha tem uma valorização superior à média nacional e na região fazem-se 1/5 das capturas de todo o País. Razões para os algarvios exultarem com a atual abundância daquele peixe nos mares, tanto como já não se via desde os idos de 1998 e 1999. As capturas permitidas podem chegar às 30 mil toneladas, preveem responsáveis do setor. O JA falou também com a secretária de Estado das Pescas, Teresa Coelho. Que está igualmente otimista

O setor da pesca da sardinha está a atravessar uma fase de otimismo como não se via há mais de duas décadas e os mais confiantes no futuro apontam para um crescimento do nível de capturas para o dobro das que foram efetuadas no ano passado, podendo chegar às 30 mil toneladas.

O otimismo advém da grande quantidade de sardinha que se sabe existir ao longo da costa portuguesa. Há quem diga que há quase 30 anos não havia cardumes tão grandes e numerosos como atualmente.

A abundância, certificada pelos estudos científicos, teve reflexos no exercício da faina: a 17 de maio a captura foi permitida em todo o mar português, pondo fim a um período de proibição de pesca de quase sete meses e “liberando” umas gordas 10 mil toneladas de sardinha como permissão máxima de capturas por pescadores portugueses pelo período de um mês.

O limite será revisto sucessivamente em alta ao longo dos próximos meses, admitindo-se que possa chegar às tais 30 mil toneladas em outubro ou novembro, aquando de nova paragem.

No Algarve foram capturadas em 2020 um total de 2.800 toneladas, com um valor de 4,7 milhões de euros (…)

João Prudêncio

(leia a notícia completa no Jornal do Algarve de 27 de maio de 2021)

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