Exército português vigia floresta de Loulé

No passado dia 15 de julho, nas instalações da Proteção Civil Municipal, foi assinado um protocolo entre a Câmara Municipal de Loulé e o Exército Português, que visa o patrulhamento e vigilância no âmbito da Estratégia Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, uma ação realizada pelo quarto ano consecutivo. Um ato formalizado, pelo vice-presidente, Pedro Pimpão, e pelo coronel de infantaria Paulo Jorge Varela Curro, em representação do Exército Português – Regimento de Engenharia N.º1.

O patrulhamento militar será efetuado diariamente através de uma viatura 4×4 com três elementos, realizando 140km por dia, durante o período crítico de incêndio florestal, de modo a diminuir a possibilidade da sua ocorrência, reforçando, assim, a segurança das populações, dissuadindo comportamentos negligentes.

A presença
dos militares será, fundamentalmente nas freguesias do interior do concelho
de Loulé, tendo em conta que 40% do total dessas áreas corresponde a classes de
perigo florestal muito elevado.  Segundo o
Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, Loulé é o município que tem
um elevado número de aldeias e aglomerados (141) integrados nas 4 freguesias
rurais do interior, consideradas com o primeiro grau de prioridade no âmbito da
Defesa da Floresta Contra Incêndios: Alte (33), Ameixial (16), Salir (54) e
União de Freguesias Querença, Tôr e Benafim (38). Para além do
Exército Português, as Equipas Municipais de Intervenção Florestal do Serviço
Municipal de Proteção Civil, as Brigadas de Jovens Voluntários, a Guarda
Nacional Republicana, a Equipa de Sapadores Florestais da Associação de
Produtores Florestais da Serra do Caldeirão e os Vigilantes da Natureza do
Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, constituem ainda o
Dispositivo de Patrulhamento e Vigilância no Concelho.

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