Provas são suficientes para incriminar padrasto de Rodrigo

A justiça tem do seu lado provas científicas bastante credíveis que podem colocar um ponto final nas dúvidas que restavam e nos atrasos do processo. Mais de três anos após assassinato de Rodrigo Lapa, em Portimão, tudo aponta para que o padrasto do rapaz de 15 anos vá mesmo a julgamento no Brasil. O advogado que representa o pai da vítima vai pedir “pena máxima”

As autoridades portuguesas e brasileiras têm do seu lado provas científicas que incriminam o padrasto de Rodrigo Lapa pelo homicídio do jovem de 15 anos, que foi encontrado morto, em 2016, na zona do Malheiro, em Portimão.

Foi encontrado ADN de Joaquim Lara Pinto – que viajou para o Brasil logo após o desaparecimento de Rodrigo – num par de luvas de látex que estavam junto ao corpo do rapaz, a cerca de 100 metros da casa onde residia com a mãe, o padrasto e os irmãos mais novos. Já no Brasil, a polícia também encontrou o telemóvel do jovem no quarto de Joaquim Lara Pinto, na cidade de Cuiabá.

Todas estas informações apontam, assim, para o padrasto como o responsável do crime. Mas Joaquim Lara Pinto continua sem prestar declarações às autoridades brasileiras, alegando problemas mentais…

Leia a notícia completa na edição em papel.

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