Reinaldo Teixeira quer mais praticantes e criar uma Liga empresarial


Os grandes desafios do presidente da Associação de Futebol do Algarve

Na longa conversa que mantivemos com Reinaldo Teixeira, em momento algum ignoramos a sua passagem por alguns dos mais importantes momento da vida da AFA, nos últimos vinte anos, sem nunca se preocupar em fazer do cargo que ocupou, Presidente da Assembleia Geral – mas com uma função muito pedagógica junto dos clubes – a plataforma para dar o salto na ocupação de outro cargo.

Formado no dirigismo desportivo na AC de Salir, onde foi mentor de uma nova filosofia, que depois não teve seguidores, Reinaldo Teixeira chega à AFA, numa tomada de posse inolvidável pelo elevado número de presenças, uma espécie de lotação esgotada, e pelo peso da plateia, onde moravam não apenas clubes e outros agentes desportivos, mas muitos empresários e outros homens de negócios, nacionais e estrangeiros, cujas presenças projectavam também a qualidade e prestígio de Reinaldo Teixeira com empresário.

O novo presidente da AFA e ainda não o quisemos interrogar sobre o assunto, tem nas suas mãos não apenas os graves problemas do Lusitano Futebol Clube, com 103 anos e à beira da extinção, mas também a solidez dos clubes algarvios que disputam as Ligas e o Campeonato de Portugal, a expansão gigantesca do futsal, como ainda do futebol e do futsal feminino, sem deixar de olhar, com os chamados olhos de ver, às potencialidades do futebol de praia.

Trata-se de uma presidência que vai também assumir a responsabilidade dos 100 anos da AFA, com uma história incrível feita de um passado de que o Algarve e o futebol se orgulham, e que certamente obrigará a Instituição e os seus órgãos sociais, com foco maior por parte da direcção, a um vasto leque de iniciativas para que ninguém fique de fora.

Com Reinaldo Teixeira tocámos em todos os pontos da vida da AFA, olhando de frente aos próprios problemas da arbitragem, que tem em Nuno Almeida a sua maior referência, mas que vai procurar reconquistar o espaço por onde andaram Rosa Nunes e César Correia, os nossos internacionais, mas também nomes como Manuel Poeira e Francisco Silva (este com todos os defeitos e virtudes), que atingiram patamares de notável evidência.

Jornal do Algarve – O que sentiu na sua tomada de posse, quando teve a rodeá-la um vasto leque de personalidades, nunca vistas em situações anteriores?
Reinaldo Teixeira – É certamente um motivo de orgulho liderar a equipa da AFA que tomou posse com a maior assistência de sempre.
A adesão de entidades e personalidades dos mais diversos quadrantes a este momento simbólico é um ato de encorajamento, para levarmos à prática o programa que apresentamos.
E registo com muita satisfação o carinho que inúmeros amigos vindos de todas as regiões e até do estrangeiro fizeram questão de manifestar.
Neste contexto, temos a responsabilidade de corresponder a este sinal positivo da sociedade, transformando a AFA numa instituição colaborativa e ainda mais virada para a defesa dos valores desportivos e da região do Algarve.

A AFA tem que ser capaz de se aproximar dos centros de competência e de formação nacional
e internacional e em particular da Universidade do Algarve (UAlg) e é nossa ambição lançar neste mandato a Academia de Formação

J.A. – Que reflexão suscita, quando além dos agentes desportivos, estiveram presentes o Reitor da Universidade do Algarve, o Presidente da Região de Turismo do Algarve e alguns autarcas, assim como muitos empresários e outros homens de negócio, num salão a rebentar pelas costuras?
R.T.
– Antes de mais, não posso deixar de agradecer a presença de tantas pessoas com ligações ao mundo empresarial, da política, autarquias, assim como entidades representantes do Futebol.
Essa realidade reforça a ideia que vai liderar a nossa atividade neste mandato: AFA é uma associação que, sendo a “casa mãe” do futsal e futebol do Algarve, pode ser muito mais que uma mera entidade organizadora de futebol.
Queremos apostar na interação com os vários setores da sociedade civil, potenciando sinergias, intervindo em várias vertentes económicas e sociais com destaque para o mundo associativo, autárquico, social ou estudantil.
Tendo como meta a formação de futuros atletas, a AFA tem que ser capaz de se aproximar dos centros de competência e de formação nacional e internacional e em particular da Universidade do Algarve (UAlg) e é nossa ambição lançar neste mandato a Academia de Formação.
Noutra perspetiva, a AFA tem um diversificado leque de relações com entidades e parceiros do mundo do desporto e de diversas áreas do mundo empresarial, pelo que pretendemos associar essa multiplicidade de contactos, à capacidade empreendedora dos clubes e dos seus dirigentes, à competência dos nossos recursos humanos e às relações de proximidade com muitos dos principais atores do futebol português.
Também não podemos ignorar a qualidade dos equipamentos desportivos e hoteleiros existentes na região, e a nossa intenção é desenvolver uma estratégia assente em parcerias que assuma uma rede de atividades vantajosas para todos: desportistas, clubes e empresas.

J.A. – Pode adiantar um pouco mais sobre essas estratégias e as sinergias que entende necessárias?
R.T.
– Pretendemos alargar a nossa atividade de forma harmoniosa e inclusiva, sem nunca esquecer os interesses dos nossos filiados porque a Associação de Futebol do Algarve é deles e é para eles que trabalharemos. Por exemplo, consideramos que nos devemos aproximar das várias modalidades desportivas com atividade na região e no país, tentando potenciar sinergias.
Em termos pragmáticos, queremos realizar um levantamento das necessidades que existem e em seguida criar condições para os clubes funcionarem melhor.
Estamos já a trabalhar num acordo com uma central de compras para os associados poderem ter melhores benefícios em tudo o que são consumíveis quer pelos clubes quer pelos seus sócios.
Contudo, e como referi na tomada de posse, os bons projetos, as ideias interessantes ou investimentos multiplicadores, terão o devido acolhimento nesta casa e serão igualmente incentivados internamente.

J.A. – Como é que encontrou a AFA e três meses depois, que ações aponta para o futuro?
R.T.
– A Associação de Futebol do Algarve (AFA) apresentou resultados positivos nos planos desportivo e financeiro, ao longo da última década.
Assim, encontrámos uma casa arrumada, cujos resultados sustentam uma imagem de credibilidade, a qual justifica plenamente a ambição de nos posicionarmos como um elemento facilitador e diferenciador e que, como se verificou na tomada de posse, possui uma credibilidade reconhecida pela sociedade.
Importa referir igualmente que encontrei uma equipa de colaboradores totalmente motivada para novos desafios.
A base da existência da AFA são os clubes, pelo que o nosso foco ao longo do próximo mandato é melhorar de forma expressiva a relação com os associados, ao criar processos menos burocráticos e por isso mais eficientes.
Pretendemos igualmente olhar com particular atenção para áreas de reconhecida importância da nossa atividade: formação de quadros, futebol juvenil, arbitragem e disciplina. Pretendemos, aí e em todos os domínios, aproveitar e cimentar tudo – e é muito – o que de bom foi feito e melhoraremos o que pudermos. Queremos inovar para crescer, valorizar e engrandecer o Algarve, os clubes, o futebol e o futsal da região.
Contamos já com colaboração de todas as autarquias da região, da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), do Instituto Português do Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), da Liga Portugal e das autarquias, mas é nossa ambição aumentar o leque de colaborações a outras entidades que possam colaborar com o desenvolvimento do futebol e futsal.
Em simultâneo queremos contribuir para melhorar as infraestruturas e dotar de melhores equipamentos a “Casa Mãe”, para que possa melhor servir os filiados AFA e a região.

J.A. – O que é que a AFA pode fazer pelos clubes e o que é que estes podem fazer pela Instituição, para que o Algarve mude o paradigma da ascensão dos clubes nas diferentes modalidades tendo como patamar o futebol e o futsal, tanto em termos masculinos como femininos?
R.T.
– Eu diria que a nossa intenção é começar pelo princípio, isto é, incentivar os clubes a investir na formação das crianças e jovens, despertando nelas a apetência para a prática desportiva, pelos valores do trabalho em equipa e pelo fair play.
Quanto melhor for a formação nessas idades, e quanto melhores forem as infraestruturas da AFA e dos clubes, melhor será o desempenho global do nosso futebol e do futsal, tanto o masculino como o feminino.
Um dos desafios é aumentar o número de praticantes, mas igualmente o número de árbitros, assim como as competições/escalões no futebol feminino, futebol de praia, campeonato de veteranos e ainda, criar uma liga empresarial.
Numa política de inclusão, iremos deitar um olhar mais atento para o futebol e futsal adaptado.
Fazer crescer a atividade no geral, nos vários escalões e atrair mais participantes e mais público, é crucial para aproximar a atividade desportiva do tecido empresarial e tem um impacto social muito positivo, certamente reconhecido pelas autarquias e outras instituições públicas.
Naturalmente quanto melhor estiver a economia do pais e da região maior será a interação e colaboração com os clubes do Algarve e nesse sentido a AFA pode ser um veiculo facilitador e gerador de negócio para as empresas da região potenciando contrapartidas para os clubes e para a AFA.

J.A. – Na sua tomada de posse lembrou que bons projetos, ideias interessantes ou investimentos multiplicadores terão devido acolhimento serão incentivados internamente. Expressou igualmente a intenção de a AFA crescer de forma integrada, harmoniosa e inclusiva, tendo como base os interesses dos filiados já que a Associação é deles e é para eles que vai trabalhar. Quais os passos, para se chegar aqui?
R.T
. – O nosso programa de ação para o mandato sobre o lema COM TODOS E PARA TODOS, elenca várias propostas de forma clara. Uma das medidas em que vamos trabalhar é a criação de ações para uma maior proximidade entre a associação e os clubes, com menos burocracia e soluções in-formáticas que encurtem cada vez mais a distância, proporcionando poupança de tempo e recursos.
No que toca à gestão financeira, quanto às verbas provenientes dos clubes, é nossa responsabilidade gerir esses meios de forma transparente e eficaz. Por outro lado, vamos desenvolver um esforço contínuo para reduzir despesas e para aumentar as receitas, através de parcerias e de outras soluções.
É nossa intenção aproximar e interagir com as entidades oficiais e, com projetos devidamente ajustados e acordados com as autarquias, IPDJ, FPF, marcas e empresas da região, do pais e até internacionais, para aumentar a atividade e os recursos visando o melhor desempenho do futebol e futsal da região.

São estas pessoas que tornam a vida mais fácil e têm permitido realizar e implementar um conjunto de ações e projetos que me propus ajudar a executar nos vários cargos que tenho desempenhado

J.A. – “A formação, os jovens, a arbitragem ou a disciplina, entre um conjunto de áreas particularmente sensíveis, exigirão total empenhamento e dedicação desta equipa e propomos um esforço contínuo em prol do futebol e do futsal da nossa região, com rigor, seriedade, disponibilidade e vontade de ajudar, sempre em estreita colaboração com os clubes”, foi outra das suas afirmações. Como é que vai concretizar essas acções? Que planos para sua execução?
R.T.
– Essas ações vão ser implementadas em articulação com os clubes e com vários responsáveis da direção para cada projeto.
No caso concreto da arbitragem e da disciplina cumpre-me reconhecer a dedicação e empenho dos membros destes dois órgãos, presididos na arbitragem por Sérgio Piscarreta e na disciplina por João Barros.
Neste 1.º trimestre de atividade o grupo responsável pela área de formação da direção liderada por Marisa Cesário já levou a cabo várias ações, quer de formação e esclarecimento aos clubes e aos vários agentes desportivos, na arbitragem, na disciplina e em outras áreas.
É nosso propósito, dotarmos de mais competências os árbitros e, em estreita colaboração com os clubes, criarmos estratégias para aumentar o recrutamento para esta função, junto dos seus adeptos, nas escolas e na população em geral. Para isso, cabe-nos a todos o dever de reconhecer, respeitar e valorizar o agente árbitro.
Entretanto, o Presidente do conselho de disciplina já iniciou uma estratégia para formar e informar os agentes desportivos para que tenham melhor conhecimento dos regulamentos de forma a contribuir para que existam cada vez menos punições e multas. Neste sentido, foi já realizada uma ação de formação e informação no auditório da AFA.

J.A. – Sendo um Algarve um palco privilegiado para o futebol de praia, o que se pode fazer para o seu surgimento e expansão?
R.T.
– Está criada na direção uma equipa que irá apresentar um projeto de forma a dinamizar o futebol de praia no Algarve. Existem alguns bons exemplos como o caso de Quarteira e em conjunto com este e outros projetos, iremos conseguir fazer crescer a modalidade de futebol de praia, até porque não devemos esquecer que o motor económico da região é o turismo, sendo uma das principais motivações o sol e mar/praia, logo esta modalidade será naturalmente um bom embaixador da principal motivação turística do Algarve.

J.A. – O Brexit seja qual for a sua porta de saída vai influenciar a economia do Algarve e do futebol em si? Que resposta terá que dar a região?
R.T.
– Devo reconhecer que as entidades governamentais, Turismo de Portugal e Algarve, assim como os empresários criaram e bem um plano de contingência. Neste plano, entre outras medidas, o que sobressai no conteúdo é continuarmos a promover o país e a bem acolher todos os que nos visitam e em particular os britânicos, o principal mercado estrangeiro que visita o Algarve.
Neste sentido a AFA, enquanto agente facilitador e potenciador, pretende uma maior aproximação destes turistas, no sentido de realizar eventos desportivos que atraiam mais visitantes para a região.
Cabe à AFA acolher bem, em todos os seus eventos, os que visitam a região qualquer que seja a sua nacionalidade e, naturalmente, os nacionais.
É uma característica do Algarve receber bem quem nos visita, sendo o nosso desafio continuar a melhorar o nosso desempenho.

J.A. – A AFA aproxima-se do seu centenário, que acções vão ser levadas a cabo para o enaltecimento desta efeméride centenária?
R.T.
– Está já nomeado um grupo responsável por dinamizar o centenário da AFA, que está a desenvolver um projeto que terá início no próximo ano e terminará no dia em que a instituição comemora os 100 anos. Entre outras medidas, cujo programa anunciaremos em breve, é nossa intenção realizar eventos comemorativos nos 16 concelhos algarvios.

J.A. – O que representa para o Algarve o jogo Portugal-Lituânia, de apuramento para o Campeonato da Europa, que decorrerá no Estádio Algarve, em novembro?
R.T.
– É um momento importante e que leva o nome da nossa região aos quatro cantos do mundo, permitindo o contacto das gentes algarvias e todos aqueles que cá vivem ou nos visitam nesta data com os jogadores da seleção A, que são ídolos nacionais.
Apraz-nos reconhecer a disponibilidade de colaboração com a AFA, por parte da Federação Portuguesa de Futebol, em particular do seu presidente, Fernando Gomes, mas igualmente da direção e de toda a equipa de profissionais da FPF, visando a organização do evento, que tem desenvolvido um trabalho irrepreensível.
Não podemos deixar de destacar que é um evento âncora para divulgar o Algarve e o nosso país e, por se realizar numa época de menor afluência turística, contribui para atenuar a sazonalidade na região. Convocamos todos os algarvios, todos os portugueses, a participar e a estar presente no Estádio do Algarve.
A federação já colocou à venda bilhetes através do site www.fpf.pt

J.A. – Quem é Reinaldo Teixeira? Rodeado de uma actividade empresarial vastíssima, como se define?
R.T.
– Falar de nós é sempre difícil! Sou um ser humano apaixonado pela vida com um sentimento de que é sempre possível fazer melhor e mais e que tenho tido a sorte de ter ao meu lado quer na vida pessoal, profissional e nos hobbies, pessoas muito importantes, família, sócios e todos aqueles que fazem parte das equipas onde participo, como o caso da AFA.
São estas pessoas que tornam a vida mais fácil e têm permitido realizar e implementar um conjunto de ações e projetos que me propus ajudar a executar nos vários cargos que tenho desempenhado.
Agradeço o apoio e reconheço que muito tem facilitado esta caminhada profissional de 36 anos, na Liga Portuguesa de futebol desde há 25 anos e na AFA há já 15 anos. Apoio que sinto nos membros que compõem todos os órgãos da AFA para este período de 2019 a 2023, particularmente os cargos mais executivos como é o caso da direção e conselhos de arbitragem e disciplina, o que me deixa otimista, com maior vontade de trabalhar e confiante que vamos fazer coisas bonitas para o futebol, futsal e pelo Algarve. A todos, muito obrigado.

Neto Gomes

Quem é quem ou salpicos curriculares de Reinaldo Teixeira

Licenciado no Curso de Gestão e Mediação Imobiliária, Reinaldo Teixeira, actual Presidente da Associação de Futebol do Algarve, a par dessa função desempenhando também os cargos de gerente, presidente ou administrador único de um vastíssimo leque de empresas ligadas ao sector do turismo, da construção civil e da imobiliária, sem esquecer o ramo automóvel e das quais sublinhamos os ramos de actividade: Alojamentos Turísticos, Aluguer e venda de automóveis, Construção, Compra Venda e Mediação Imobiliária, Decoração, Design Gráfico, Educação, Gestão de Condomínios, Manutenção, Reparação e Serviços de Limpeza, Mediação de Seguros Promoção Imobiliária, Promoção e Marketing, Recursos Humanos e Restauração e ainda empresas como a Ferro Leve, Gestão de Obras SA, Gestão de Obras. Principal zona de actividade: Algarve, Lisgarante, Sociedade de Garantia Mútua Sa, Garantia Mútua, Ownland – Sociedade de Mediação Imobiliária, LDA, nas áreas da Mediação imobiliária; Compra e venda de bens imobiliários; Administração de imóveis por conta de outrem, administração de condomínios e gestão de arrendamentos; Avaliação, construção e promoção imobiliária.

Além disso e daí se percebe o vasto leque de personalidades que estiveram na sua tomada de posse, tal como autarcas, reitor da Universidade do Algarve, presidente da Região de Turismo do Algarve.
Sublinhe-se ainda outro leque de empresas como Preditur – Sociedade de Mediação Imobiliária, LDA, na área de actividade: Mediação imobiliária; Compra e venda de bens imobiliários; Administração de imóveis por conta de outrem, administração de condomínios e gestão de arrendamentos; Avaliação, construção e promoção imobiliária. Principal zona de actividade em Lisboa; ICM – Investimento, Gestão e Consultadoria, SA., onde é o único administrador e gerente desde 2011 Colégio Internacional de Vilamoura, entre muitas outras empresas que gere.

Mas atrás de si, também possui um amplo leque de reconhecimentos, dos quais sublinhamos: Distinções: 12/2018 Distinguido com o troféu “Melhor Mediador Imobiliário Português 2018” pela Câmara de Comércio e Indústria Franco Portuguesa; 09/2018 Prémio “Personalidade Ano 2018” na área do Turismo, atribuído pela Revista Magazine Imobiliário; 05/2016 Distinguido no âmbito do projecto “Portugueses de Valor” pela Lusopress; 03/2013 Menção Honrosa por ter obtido a média final mais elevada na Licenciatura em Gestão e Mediação Imobiliária no ano lectivo 2010/2011, pelo Instituto Superior Dom Afonso III; 10/2007 Distinguido com Prémio Carreira, na 2.ª Gala da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) do Algarve.

Reinaldo Teixeira, é ainda desde 2009, Cônsul Honorário do Brasil no Algarve e Membro do Conselho Consultivo para a Qualidade UALG – Universidade do Algarve.
Na moldura desportiva é desde 2015, e na jurisdição da Liga Portuguesa de Futebol, coordenador dos Delegados e Avaliadores da Liga a nível nacional, Delegado da Liga Portuguesa de Futebol e, depois de ter sido, desde 2004, Presidente da Mesa de Assembleia Geral da AFA, foi agora eleito, Presidente da Associação de Futebol do Algarve.
N.G.

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