Adiada evocação das Atas de Loulé como “Tesouro Nacional”

Carlos Albino foi o grande impulsionador da classificação das atas como “Tesouro Nacional”

A cerimónia evocativa de classificação das Atas de Vereação dos Séculos XIV e XV como “Tesouro Nacional”, inicialmente agendada para esta quarta-feira, 12 de dezembro, no Cine-Teatro Louletano, foi adiada “para data a anunciar”, acaba de revelar a Câmara de Loulé.

Esta sessão contará com alguns apontamentos culturais e uma homenagem ao jornalista louletano Carlos Albino, colaborador do Jornal do Algarve e que foi o principal impulsionador do processo que deu origem à classificação destas Atas como “Tesouro Nacional”.

As atas de vereação de um concelho correspondem ao registo escrito das deliberações resultantes das assembleias municipais, onde os oficiais concelhios e restante elite camarária debatiam os assuntos do dia-a-dia do município e dos seus habitantes.

O caso de Loulé, no período medieval, é ímpar no panorama nacional, uma vez que são deste núcleo urbano os mais antigos e mais numerosos testemunhos atualmente conhecidos de atas de vereação de um concelho medieval português.

Estes documentos, que fazem parte do riquíssimo acervo do Arquivo Municipal, além do seu valor simbólico, testemunham surpreendentemente a vivência e factos históricos. Loulé, nesses documentos que são a sua memória coletiva, mostra e prova a grande e velha História que possui.

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